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Tokyo Sky Tree (東京スカイツリー Tôkyô Sukai Tsurī) – a torre mais alta do mundo!

Hoje, dia 22 de maio de 2012, foi oficialmente inaugurada a TOKYO SKY TREE (東京スカイツリー Tôkyô Sukai Tsurī), a torre mais alta do mundo! Localizada na região de Sumida, no norte da cidade de Tóquio, Japão, a torre de 634 metros de altura foi finalizada no dia 29 de fevereiro de 2012, mas apenas hoje foi aberta ao público. O planejamento de sua construção foi liderado pelo Tobu Railway e um grupo de seis estações de radiofusão terrestre, sob a chefia da  famosa emissora pública japonesa NHK.

Além de ser a torre mais alta do mundo, é a estrutura mais alta do Japão e a segunda maior do mundo, perdendo apenas para a Burj Khalifa, nos Emirados Árabes Unidos, com 828 metros. Além da radiofusão, a torre tem como objetivo atrair ainda mais turistas para a capital japonesa. A torre conta com dois observatórios, um com 350 metros e outro com 450 metros,  bem mais altos que o observatório da Tokyo Tower, com 250 metros.

O seu design e a sua cor quase branca (gelo ou off-white) me passa uma idéia que os japoneses adoram transmitir: a harmonia do tradicional com a modernidade. Além disso, muita tecnologia foi usada na construção da torre, já que a cidade é constantemente sacudida por terremotos. Um grande desafio para os engenheiros japoneses, que se valeram inclusive de um pêndulo no meio da torre, para mantê-la em pé e com segurança.

A torre funciona das 8:00 às 22:00, todos os dias da semana, e até o dia 10 de julho os ingressos só poderão ser comprados mediante reservas feitas pelo site (http://www.tokyo-skytree.jp/en/). Mas não fique muito animado, pois estão esgotados pelas próximas três semanas. A maneira mais fácil de se chegar à torre é de transporte público e no site você encontrar diversas opções, dentre elas a estação Asakusa do metrô (a mesma estação do templo Senso-ji).

Quando visitei o Japão, em dezembro do ano passado, a torre estava praticamente construída, como podem observar na foto abaixo. Espero voltar em breve para desfrutar da incrível experiência de subir no mais novo ícone japonês. Se avistar o Monte Fuji da Tokyo Tower já foi incrível, imagine então da Tokyo Sky Tree!!!

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Suki-shabu – Restaurante Rangetsu of Tokyo – São Paulo/SP

Na última sexta fui conferir o suki-shabu do restaurante Rangetsu of Tokyo. O prato é uma mistura dos pratos tradicionais japoneses sukiyaki e shabu-shabu, ambos feitos de carne bovina. O grande diferencial do Rangetsu é que a carne utilizada é Kobe, muito mais saborosa e macia. Ela é preparada como no shabu-shabu, em uma panela aquecida com fogareiro na própria mesa, e ao invés de água quente, é utilizado o molho do sukiyaki, à base de shoyu, mirim (saquê doce), saquê e açúcar/sal. Na panela também são misturados outros ingredientes, tais como legumes, cogumelos e tofu. O Rangetsu of Tokyo  é uma filial brasileira e paulistana de um restaurante com o mesmo nome em Ginza, Tokyo. Amei o prato, totalmente aprovado e recomendado!

 

Restaurante Rangetsu of Tokyo

Endereço: Avenida Rebouças, 1.394, Pinheiros, São Paulo-SP

Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 12h às 14h30 e 18h30 às 23h; sábado, das 18h30 às 23h

Estacionamento: com manobrista – R$ 10,00 somente no jantar, no almoço é grátis.

Site: www.rangetsu.com.br

Telefones: (11) 3085-6915 e (11) 3085-7946

 

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Harajuku – Tóquio (Japão)

Harajuku

Esta região localizada na parte oeste de Tóquio é bastante conhecida como ponto de encontro de jovens e adolescentes. A maioria dos japoneses vê a juventude como a época em que se pode viver suas próprias escolhas antes das responsabilidades inerentes da vida adulta (empregos, filhos, etc.). Para comprovar, basta caminhar pela Takeshita-dori, um beco estreito localizado entre a Meiji-dori e a estação de trem (JR) Harajuku e conferir  o “point” da moda e da cultura jovem.

Além de ter sido a estação principal da vila olímpica em 1964 e a concentração da cultura internacional ter impactado a área, Harajuku se tornou famosa nos anos 90 devido ao grande número de artistas de rua e jovens com roupas extravagantes que se reuniam lá aos domingos quando a rua Omotesando ficava fechada para o trânsito. Isso teve fim na mesma década e o número de artistas, fãs de rockabillies e punks, diminuiu gradativamente desde então. Porém, ainda é possível encontrar alguns deles, bem como “cosplayers”, abreviaturas de “costume play”, ou seja, jovens que se fantasiam de algum personagem real ou da ficção, como animes, mangás, comics ou grupos musicais. Abaixo está uma foto que tirei de dois “cosplayers” enquanto passeava pelo Santuário Meiji, localizado também Harajuku.

"Cosplayers"

Omotesando-doriAproveitando o passeio por essa região, vale a pena caminhar pela Omotesando-dori. Uma rua sofisticada, com calçadas amplas e sombreadas por árvores e cheias de lojas de grife. Uma dica para quem quiser comprar lembranças é visitar o Oriental Bazaar nesta rua. Uma loja de três andares em estilo japonês, nas cores vermelha e branca, onde é possível encontrar antiguidades e bom artesanato. Comprei coisas linda por lá, recomendo a visita.  Vale a pena também passear pelas vielas que saem da Omotesando-dori. No início dá a impressão de que não vai dar em lugar algum, mas a medida que você estiver andando um mundo de lojas e restaurantes vai se abrindo à sua frente (inclusive um filial da churrascaria Barbacoa!). Dentre elas, destaco a loja de brinquedos Kiddy Land, um paraíso para crianças e adultos também.

Outro ponto alto e que vale a pena visitar em Harajuku é o Santuário Meiji, que fica do lado oposto ao da Omotesando-dori, saindo da estação Harajuku de metrô. É o lugar mais visitado no ano-novo, com até 3 milhões de pessoas rezando e comprando amuletos de sorte para o próximo ano. Para chegar ao santuário é preciso passar por um enorme “torii”(portal) e caminhar por uma ampla avenida de pedregulhos e sombreada por cedros. Aconselho visitar este templo aos domingos pela manhã, pois, se tiverem a mesma sorte que eu, será possível presenciar a celebração de um casamento tradicional japonês. Os trajes e a cerimônia podem ser diferentes, mas a felicidade estampada no rosto dos noivos é a mesma. Fiquei muito emocionada em presenciar esse momento tão lindo e que ficará pra sempre em minha memória. Seguem algumas fotos:

Noiva sendo preparada para o casamento

Casamento japonês (vestido de noiva)

Casamento japonês

Curiosidades da extraídas do site da Wikipedia: “Harajuku é uma localização icônica bastante popular no mundo do entretenimento, dentro e fora do Japão. A cantora estado-unidense Gwen Stefani faz referência a Harajuku em algumas de suas músicas e inclui quatro dançarinas vestidas como “Garotas de Harajuku” em segundo plano em suas apresentações. Uma edição especial de Takeshi’s Castle (conhecido MXC nos Estados Unidos) continha uma cena filmada na estação, em que Hayato Tani (ou “Captain Tenneal”) dá um de seus discursos de encorajamento para os competidores. O músico e produtor brasileiro Astronauta Pinguim também faz referência ao local, em uma música do seu novo álbum, Supersexxxysounds. A música chama-se “Harajuku, here we go!” Outra referência é feita na música I’m A Cuckoo do grupo Belle and Sebastian onde aparece “And watch the Sunday gang in Harajuku“”

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Roppongi – Tóquio (Japão)

Roppongi é um distrito em Tóquio ideal para quem quer se divertir e curtir a noite. Localizado na parte oeste da cidade, bem próximo a estação Akabane-bashi do metrô, é bastante conhecido por seus bares, baladas, karaokes e pubs.

Por ser muito visitado por estrangeiros, é muito comum ver e ser abordado por meninas japonesas convidando homens para receber uma massagem ou visitar o seu Gentlemen’s Club onde as bebidas podem custar ¥5000 (cerca de R$ 125) ou mais.  Por conta disso, muitos japoneses e estrangeiros evitam esta área, preferindo os clubes e bares em Shibuya, Ginza, Ebisu ou Shinjuku.

Tive a indicação de um bar em Roppongi chamado B Bar, mas não consegui visitar. Ele fica anexo à butique Baccarat e serve Martinis em taças antigas. Se alguém tiver a oportunidade de visitar, me disseram que vale a pena dar um “pulo”no banheiro e conferir uma versão em cristal do cachorrinho Snoopy. O endereço do bar é: Roppongi keyaki-zaka dori, 6-12-1 Roppongi, Minato-ku.

Outro ponto conhecido de Roppongi e que vale a pena a visita é o complexo de edifícios Roppongi Hills.  Construído por Minoru Mori,  inclui prédios comerciais, residenciais, lojas, cafés, restaurantes, cinemas, um hotel, um anfiteatro ao ar livre, um importante estúdio de TV, parques, um museu e um observatório no topo do Edificio Central, o Mori, com seus 54 andares, de onde se pode ter uma linda vista da cidade.

Don Quijote

Este distrito também é conhecido por seus badalados outlets. Dentre eles estão o Hysteric Glamour (www.hystericglamour.jp) com seus itens enlouquecidos, típicos do que se espera ver das garotas de Roppongi. O outro e mais conhecido é o Don Quijote, apelidado de Donki, o qual possui mais de 160 lojas pelo Japão e mais três no Hawaii. Lá é possível encontrar vários produtos, não muito organizados, desde eletrônicos a bolsas de grife (Louis Vuitton, Gucci, etc.) semi-novas, com um preço bem mais acessível. Vale a pena conferir!


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Tóquio – Palácio Imperial, Akibahara, Shibuya e Harajuku (Japão)

Não sei se pela adrenalina do jogo ou pela longa viagem de volta para Tóquio (ou as duas coisas), demoramos a pegar no sono e conseguimos dormir apenas poucas horas esta noite. Mas a alegria de estarmos na final alivia o cansaço e nos motiva a conhecer ainda mais desta cidade fantástica!

Palácio Imperial

Hoje fizemos um city tour pela cidade. Voltamos a alguns lugares que já havíamos visitado no primeiro dia, como  Tóquio Tower e o Templo Senso-ji, mas também conhecemos lugares novos e imperdíveis. Um deles foi o Palácio Imperial, a residência oficial do Imperador do Japão, localizada no centro da cidade. Pudemos apenas visitar os jardins, já que o palácio só é aberto à população duas vezes ao ano, sendo uma delas no próximo dia 23 de dezembro na ocasião do aniversário do Imperador. Mas mesmo conhecendo apenas os jardins, podemos dizer que fomos contemplados, pois presenciamos a saída de uma linda carruagem do Palácio supostamente com o Embaixador no Nepal.

Akihabara

O nosso city tour terminou no bairro de Akihabara, famoso pela venda de artigos eletrônicos. O interessante de caminhar pelas ruas deste bairro, além da tecnologia e das lojas de games, é deparar-se com meninas vestidas como personagens de mangás. Depois do passeio por Akihabara, pegamos um metrô rumo a Shibuya na companhia de duas pessoas incríveis e com muita história pra contar: Marcos e Alfredo. Apesar da diferença de idade (eles já tem filhos da minha idade) temos muito em comum, já que também são apaixonados por viagem (aliás, antes de Tóquio, passaram pela Turquia) e gostam de curtir ao máximo o lugar que estão visitando. Palavras próprio Alfredo: “o taximetro da nossa vida está rodando em dólar, não temos tempo a perder!”

Descendo da estação de metrô de Shibuya tivemos uma das experiência mais fantásticas desta viagem. Nos deparamos com um cruzamento de ruas, lotado de pessoas, com vários prédios coloridos por néon e outdoors gigantes. É como se aumentassem o Times Square em Nova Iorque em 10 vezes. Mas a diferença é que, em contrapartida, não se ouvia uma buzina ou qualquer gritaria. E o mais impressionante é que apesar de todos os cruzamentos, nenhuma pessoa atravessou a rua antes que o sinal verde estivesse aberto. Todos os dias temos aulas de civilidade e amor ao próximo aqui no Japão. Hoje, por exemplo, o guia comentou conosco que no verão os japoneses não usam gravata. O motivo é que sem a gravata sentem menos calor e não precisam aumentar tanto a intensidade do ar-condicionado, poupando energia e contribuindo com o meio-ambiente. Essa é apenas uma de muitas coisas que precisamos aprender com este povo, já que vivemos em um mundo cada dia mais egoísta.

Shibuya crossing

Por fim, após uma caminhada de aproximadamente 1 hora e meia pelo bairro de Shibuya chegamos ao bairro de Harajuku, onde buscava encontrar uma ruela muito conhecida pelos jovens japonesas chamada Takeshita-dori. Após perguntar para diversas pessoas, conseguimos encontrá-la. É uma rua super descolada, onde se pode encontrar desde roupas góticas a fantasias bizarras, bem como roupas intimas estampadas com seu super-heroi favorito. Uma boa definição para esse lugar é a “Camdem Town” japonesa. Realmente imperdível!!!

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Primeiro dia em Tóquio – Torre de Tóquio, Templo Senso-ji, Ginza

Começo este post com uma dica que vale para todas as viagens, independente do destino: o primeiro lugar para se visitar em uma cidade onde você nunca esteve é o mais alto, pois assim você tem uma visão geral e consegue escolher melhor qual atração visitar. Sendo assim, escolhi a Torre de Tóquio!

Como disse  no post anterior, o metrô aqui em Tóquio é um meio de transporte muito eficiente. Após vir de Daiba pelo monotrilho, caimos na Oedo Line e descemos na estação Akabanebashi. Em apenas 5 minutos de caminhada você já tem acesso à entrada da Torre. O horário de funcionamento é das 9:00 às 22:00 e o ingresso para adultos custa 820 ienes (aprox. R$22) para o observatório principal (150m) e mais 600 ienes (aprox. R$15) se quiser subir ao observatório especial (250m). Ao todo a Torre tem 333m de altura e é mais alta que a Torre Eiffel, em Paris. No térreo há um aquário e os elevadores para acessar as plataformas de observação. Em dias claros, como hoje, é possível enxergar o Monte Fuji!

Monte Fuji visto da Tóquio Tower

Pagode

Dali, pegamos o metrô novamente e tivemos que mudar da Linha Oedo para a Linha Asakusa na estação Daimon e subimos até a estação Asakusa. Em poucos passos da estação nos deparamos com o Portal Kaminarimon, o qual dá acesso ao Templo mais sagrado e espetacular de Tóquio: Senso-ji ou também conhecedio por Asakusa Kannon. Atravessando o portal entramos na Nakamise-dori, uma rua com artigos e comidas típicas que nos leva a um outro portal, o Hozo-mon. Dali, podemos avistar o Pavilhão Principal e um Pagode de cinco andares, além de jardins e queimadores de incenso. A entrada é gratuita e fica aberto do amanhecer ao anoitecer.

Pavilhão Principal

Seguindo na mesma Linha Asakusa, ao sul, nosso passeio terminou em Ginza. Bairro localizado ao centro de Tóquio e que possui um dos cruzamentos mais movimentados do mundo: o Ginza Yon-Chome. Na intersecção das ruas Chuo e Harumi existe a famosa Wako, uma loja de departamentos no lado oposto ao Edificio San’ai construída em 1894 e cujo relógio é um símbolo popular de Ginza. Além disso, neste bairro podemos encontrar muitas lojas de grife e ótimos restaurantes. Espero conseguir voltar a este cruzamento durante a noite para assistir ao espetáculo de néon!

Cruzamento Ginza Yon Chome e Edificio San'ai

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Finalmente em Tóquio! – Daiba (Japão)

Após a parada de um dia em Londres e sentindo um pouco do fuso horário, chegamos ao aeroporto de Haneda, em Tóquio, às 5:00AM (horário local). Porém, o cansaço foi ofuscado pelo lindo dia que estava por vir: céu azul, sol brilhando e um friozinho 12 graus.

Como amanhã teremos o primeiro jogo do Santos em Yokohama e sairemos por volta das 11:00AM do hotel, hoje seria um ótimo dia para explorar algumas atrações de Tóquio, já que teremos apenas 7 dias aqui e ainda temos que conhecer outras cidades, como Nikko, Monte Fuji, Hakkone e Kyoto. Sendo assim, saimos do hotel com o objetivo de conhecer a Torre de Tóquio e o Templo Senso-ji em Asakusa, mas não imaginava que conseguiríamos conhecer ainda mais lugares.

Com guias, mapas e máquina fotográfica na mão, saimos do hotel por volta de 8:00AM para explorar essa cidade que me surpreendeu em muitos aspectos. Confesso que na minha chegada fiquei um pouco preocupada com a comunicação, já que no guichê de informações do aeroporto e no táxi até o hotel nos deu a impressão que teríamos dificuldades. Mas após a experiência deste primeiro dia em Tóquio essa preocupação já não existe mais.

TV Fuji e Shopping Aquacity

Nosso hotel fica em Daiba (cujo nome significa “obstrução”), um local construído no século XIX visando impedir a entrada de navios estrangeiros no porto e na baía de Tóquio, e que hoje faz questão de enfatizar essa influência com seus shoppings centers, o moderno prédio da TV Fuji e uma réplica da Estátua da Liberdade. Ainda vamos explorar mais a região e, claro, contarei tudo aqui.

Descobrimos que aqui em Daiba o transporte é feito por monotrilho (Yurikamome line), cujo ticket para um dia todo, por pessoa, custa 800 ienes (aprox. R$20). A compra do ticket tanto do monotrilho, quanto do metrô é super tranquila, pois existe a opção do idioma inglês. O interessante deste meio de transporte é que ele é feito todo pela superfície e oferece uma linda vista, já que passa por baixo da Rainbow Bridge até chegar à primeira estação de metrô, Shidome (linha Oedo). Para utilizar o metrô é preciso comprar outro ticket, que custa 700 ienes por pessoa e que nos dá direito a utilizar apenas as linhas e ônibus da empresa Toei Line. Se precisar utilizar linhas que pertençam à empresa Tokyo Metro Line, o preço é maior.

Rainbow Bridge

Tanto nas estações ou dentro dos trens, existe a grafia oriental e ocidental e muitas vezes o áudio do metrô anuncia as estações em inglês e japonês, o que facilita muito a locomoção pela cidade, já que a dimâmica do metrô é muito parecida com a de outras cidades do mundo, como no Brasil.

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