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Corinthians lança livro sobre o seu Bicampeonato Mundial!

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No último dia 28, o Corinthians lançou o livro “BICAMPEÃO DO MUNDO” em uma livraria da capital paulista e, claro, o Esporte na Mochila foi conferir!

A obra é uma parceria entre o time alvinegro e a BB Editora e conta com mais de 300 fotos de Daniel Augusto Jr., o fotógrafo oficial do Corinthians, que já havia lançado os livros dos títulos do Campeonato Brasileiro de 2011 e da Libertadores de 2012, entre outros.

As imagens, distribuídas em pouco mais de 200 páginas, representam a essência da conquista do Mundial de Clubes no Japão e traz os bastidores e lances decisivos que retratam toda a saga da equipe do Parque São Jorge na busca de seu segundo título mundial reconhecido pela Fifa.

Além do autor, do vice-presidente Luis Paulo Rosenberg e do diretor de futebol Duílio Monteiro Alves, também estavam presentes na noite de autógrafos o técnico Tite e os jogadores Cássio, Zizao e Pato.

Daniel Augusto Jr. autografa livros no lançamento de seu livro sobre a conquista do Bi Mundial do Corinthians

Daniel Augusto Jr. autografa livros no lançamento de seu livro sobre a conquista do Bi Mundial do Corinthians

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Esporte na Mochila mais uma vez na Revista do Esporte Clube Pinheiros!

A minha viagem para o Japão em dezembro de 2011 rendeu mais frutos e saiu também na edição de dezembro da Revista do Esporte Clube Pinheiros (foto).

Edição dezembro da Revista ECP

Edição de dezembro da Revista ECP – Diário de Viagem

Como retrospectiva, a Revista do ECP decidiu publicar as melhores fotos do ano na Seção “Diário de Viagem” (“Dica do Leitor”), a qual relata, mensalmente, as aventuras inesquecíveis de seus associados pelo mundo a fora.

Para quem não viu a matéria completa basta clicar no link abaixo:

http://www.ecp.org.br/dicadoleitor/Japão/Christiane_Reis/index.html

http://www.ecp.org.br

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Mundial de Clubes 2012: Grande Final – CorinthiansxChelsea

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Já se passaram algumas horas desde o término do jogo, mas ainda não consigo acreditar no que acabou de acontecer. Desde quando sai do Estádio de Yokohama esta noite, um filme passou pela minha cabeça, começando pelo Mundial do ano passado quando, ao sair daquele mesmo Estádio, senti que a minha história naquele lugar não tinha acabado e que estaria ali outra vez, mas desta vez com o Corinthians. Meu marido cumpriu sua promessa (já o agradeci por isso diversas vezes) e hoje estou aqui, estarrecida, pasma e sem palavras para descrever exatamente o que vi desta noite. Ainda não caiu a ficha de que estava no meio daquela torcida inflamada, atuando como décimo segundo jogador, de que fiz parte da invasão corintiana, a qual será lembrada eternamente, assim como a invasão no Maracanã em 1976. De ver meu time jogar a melhor partida de sua história, com uma atuação de gala, impecável, digna de um campeão do mundo. Posso afirmar, com toda a certeza, que foi um dos dias mais felizes da minha vida. Para muitos é apenas uma partida de futebol, mas para nós, corintianos, é muito mais que isso. É um marco, a glória, um momento que esperamos por muitos anos. Toda essa loucura pode soar como fanatismo, mas prefiro a palavra paixão. Paixão que move milhares e milhares de “loucos” pelo mundo com o intuito de torcer, empurrar e amar este time mais do que tudo. Hoje, como nunca, tenho orgulho de ser corintiana, orgulho de pertencer ao bando. É impossível resumir este momento único e especial em fotos e videos, pois o que vivi nesta noite só meus olhos e meu coração puderam registrar e jamais serão esquecidos!

É com lágrimas nos olhos que digo: Bi-Campeão!

Vai Corinthians, o mundo agora é nosso!

 

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Lançamento do Livro “A Cor do Sabor: a culinária afetiva de Shin Koike” de Jo Takahashi

Ontem fui prestigiar o lançamento do livro “A Cor do Sabor – a culinária afetiva de Shin Koike” do querido Jo Takahashi. Para quem não sabe, Jo foi o meu grande incentivador desde o início deste blog, que completou 1 ano de existência no dia 28 de outubro. Nossa história começou quando retornei do Japão, onde fui assistir ao Mundial de Clubes 2011 no final do ano passado e voltei apaixonada pelo país e pelos japoneses. Em dez dias que passei ali tive a maior lição de cidadania, cultura, educação e amor ao próximo de toda a minha vida. Quando voltei não era apenas uma outra pessoa, mas uma pessoa melhor. Quando retornei ao Brasil, a minha vontade era divulgar para todos a riqueza dessa cultura que experimentei e, despretensiosamente, comecei a pesquisar no site da Japan Foundation, da qual Jo Takahashi foi diretor de arte e cultura por quase 30 anos. Ali encontrei o portal Jojoscope, também de autoria de Jo, e resolvi mandar um e-mail. Jo me respondeu naquele mesmo dia e me recebeu de portas abertas, corroborando com toda a cordialidade que havia recebido do povo japonês poucos dias atrás.

O título do livro fala por si só e mostra mais desta cultura tão rica através de sua tradicional culinária, além da trajetória do chef Shin Koike que gosta sempre de um toque ousadia em seu trabalho, não para contrariar a tradição, mas buscando aprimorá-la. E foi com este diferencial que Shin Koike, nascido no Japão, filho de peixeiro e com vasta experiência em renomados restaurantes japoneses, conseguiu  aqui no Brasil o seu reconheciemento quando seu restaurante Aizomê foi eleito o melhor restaurante japonês do ano 2009-2010 pela revista Veja São Paulo.

Com uma leitura prazerosa, Jo conseguiu unir de forma brilhante um ótimo texto intercalado com imagens belíssimas, do fotógrafo Tatewaki Nio, que enchem os nossos olhos e mexem com nossos sentidos. Além de receitas deliciosas ao final, dentre as quais destaco o Suflê de Chocolate com Tiramisù de Tofu e Pastel de Soba (hummm!), o livro conta com uma expedição gastronômica e bate-papo  do Chef Shin Koike com três grandes personalidades: o cantor Ed Motta, a ceramista Kimi Nii e o cabeleireiro e dono da rede Soho Hideaki Iijima.

Atualmente, Jo Takahashi tem uma produtora e um portal, o Jojoscope, onde se dedica a integrar as culturas brasileira e japonesa, idéia que nos uniu. Em sua dedicatória Jo escreveu “muito obrigado por tudo”, mas na verdade eu é que tenho que agradecer por me receber tão bem, por acreditar em mim, me incentivar.

O Japão me fez voltar a acreditar no ser humano e você me fez acreditar no meu sonho.

Jo, sucesso sempre, você merece!

A Cor do Sabor: a culinária afetiva de Shin Koike

Autor: Jo Takahashi

Páginas: 272
Editora: Melhoramentos
Valor: R$120,00

Veja também:

http://jojoscope.com/2012/11/degustacoes-a-cor-do-sabor/

http://vejasp.abril.com.br/materia/lancamentos-livro-lojas-cidade

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Tokyo Sky Tree (東京スカイツリー Tôkyô Sukai Tsurī) – a torre mais alta do mundo!

Hoje, dia 22 de maio de 2012, foi oficialmente inaugurada a TOKYO SKY TREE (東京スカイツリー Tôkyô Sukai Tsurī), a torre mais alta do mundo! Localizada na região de Sumida, no norte da cidade de Tóquio, Japão, a torre de 634 metros de altura foi finalizada no dia 29 de fevereiro de 2012, mas apenas hoje foi aberta ao público. O planejamento de sua construção foi liderado pelo Tobu Railway e um grupo de seis estações de radiofusão terrestre, sob a chefia da  famosa emissora pública japonesa NHK.

Além de ser a torre mais alta do mundo, é a estrutura mais alta do Japão e a segunda maior do mundo, perdendo apenas para a Burj Khalifa, nos Emirados Árabes Unidos, com 828 metros. Além da radiofusão, a torre tem como objetivo atrair ainda mais turistas para a capital japonesa. A torre conta com dois observatórios, um com 350 metros e outro com 450 metros,  bem mais altos que o observatório da Tokyo Tower, com 250 metros.

O seu design e a sua cor quase branca (gelo ou off-white) me passa uma idéia que os japoneses adoram transmitir: a harmonia do tradicional com a modernidade. Além disso, muita tecnologia foi usada na construção da torre, já que a cidade é constantemente sacudida por terremotos. Um grande desafio para os engenheiros japoneses, que se valeram inclusive de um pêndulo no meio da torre, para mantê-la em pé e com segurança.

A torre funciona das 8:00 às 22:00, todos os dias da semana, e até o dia 10 de julho os ingressos só poderão ser comprados mediante reservas feitas pelo site (http://www.tokyo-skytree.jp/en/). Mas não fique muito animado, pois estão esgotados pelas próximas três semanas. A maneira mais fácil de se chegar à torre é de transporte público e no site você encontrar diversas opções, dentre elas a estação Asakusa do metrô (a mesma estação do templo Senso-ji).

Quando visitei o Japão, em dezembro do ano passado, a torre estava praticamente construída, como podem observar na foto abaixo. Espero voltar em breve para desfrutar da incrível experiência de subir no mais novo ícone japonês. Se avistar o Monte Fuji da Tokyo Tower já foi incrível, imagine então da Tokyo Sky Tree!!!

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Seção “Diário de viagem” – Revista do Esporte Clube Pinheiros – Abril 2012

Esporte na mochila na seção “Diário de Viagem” da Revista do Esporte Clube Pinheiros. A revista destaca os destinos e atrações que conheci em minha viagem ao Japão. Vale a pena conferir!

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Gion, o bairro das gueixas – Kyoto (Japão)

Estátua de uma gueixa na entrada do bairro de Gion

Pagode Yasakano-to

Este talvez seja o meu último post da nossa viagem ao Japão e falarei do bairro mais conhecido de Kyoto: Gion. Após nosso almoço e a caminhada pela Pontocho-dori atravessamos o Rio Kamo pela Shijo-dori e chegamos ao famoso bairro de entretenimento da cidade. Bem próximo dali está localizado o templo xintoista Yasaka-jinja, outra grande atração de Kyoto. Foi criado no ano 656, mais de um século antes de Kyoto se tornar a capital do Japão, e está ligado ao grande festival Gion Matsuri (realizado todo mês de julho, principalmente entre os dias 14 e 17). Ele sempre recebeu uma enorme quantidade de visitantes e foi por causa do grande fluxo de pessoas que o bairro Gion acabou se transformando em um concorrido local de diversão e boa gastronomia. Além deste santuário, é imprescindível a visita ao templo Kiomizu, com seus mais de 1000 anos e de onde é possível ter a visão panorâmica mais linda da cidade, às ruas de pedra, ao Pagode Yasakano-to (foto) e à viela Ishibe-Koji, com suas discretas pousadas e casas de chá (ochaya) que refletem a calma desta parte antiga da cidade.

Para quem assistiu (ou não) o filme  “Memórias de uma Gueixa”, é essencial a caminhada pela Shinbashi-dori (foto), rua charmosa e calma que serviu de cenário para o filme. Na realidade, a maior parte do filme foi gravada em estúdios hollywoodianos, pois a população japonesa, principalmente de Kyoto, não gostou de algumas questões polêmicas do filme e do livro, as quais tratarei mais adiante neste post. Mas não há como negar que a grande atração deste bairro de Kyoto sejam as gueixas. As ruas de Gion servem de passarela para essas formosas e misteriosas artistas, principalmente a Hanamikoji-dori, rua repleta de restaurantes e casas de chá (ochaya) onde se apresentam para um público seleto, dentre eles políticos e presidentes de empresa, e que costumam não deixar entrar pessoas que não foram convidadas ou apresentadas por alguém influente. Nesta mesma rua, esquina com a Shijo-dori, está localizada a Ichiriki, casa de chá mais famosa de Kyoto e facilmente identificada pela sua fachada vermelha.

Shinbashi-dori - cenário do filme "Memórias de uma Gueixa"

Neste post venho esclarecer uma visão distorcida que muitos de nós ocidentais temos (eu mesmo tinha!) à respeito das gueixas. Por serem profissionais femininas do entretenimento, é natural imaginarmos que sua principal função esteja ligada às atividades sexuais, mas na realidade isso é uma grande mentira! Elas não trabalham com sexo. Podem chegar a flertar, mas seus clientes sabem que não irá passar disso. Na maioria das vezes esse é o fato pelo qual muitos homens se encantam pela cultura das gueixas. No Japão a condição de gueixa é cultural, simbólica e repleta de status, delicadeza e tradição. As geiko, como as orgulhosas geixas de Kyoto gostam de ser chamadas, precisam estudar muito e se dedicar desde a infância. As aprendizes de geiko, também chamadas de maiko, tem de aprender um dialeto tradicional, bem como  a tocar instrumentos (shamisen, por exemplo), dançar, cantar, conversar e se vestir conforme às tradições milenares exigem.

Hanamikoji-dori

altos tamancos usados pelas maikoPara diferenciar as maiko (aprendizes) das geiko, é só verificar seus trajes. As maiko usam um quimono caracteristico com um obi longo e pendente, altos tamancos (foto) e um quimono interior com um colarinho enfeitado. Ao se tornarem geiko (transição conhecida como eri-kae),  substituem o colarinho enfeitado por um branco. Entretanto, ambas possuem as faces brancas e os lábios vermelhos delicadamente delineados, os quais são considerados ideais de beleza no Japão.

Acredita-se que essa visão manchada e distorcida que temos das gueixas tenha surgido pelas tradicionais cortesãs de alta-classe chamadas de Oiran. Assim como as gueixas, as Oiran também usam penteados e maquiagem branca. Durante o período Edo, a prostituição foi legalizada  e na ocupação do Japão pelos estrangeiros, muitas prostitutas japonesas venderam-se como gueixas à soldados americanos, o que levou a imagem de gueixa como prostitutas aos Estados Unidos. Além disso, a forma como o filme “Memórias de uma gueixa”, de Rob Marshall e Steven Spielberg, baseado no best-seller de Arthur Golden,  tratou a questão da personagem Sayuri  que, ao ser preparada por Memeha para o momento em que deveria vender a bom preço a sua virgindade (mizuage),  provocou polêmica no Japão.  Mineko Iawasaki, a gueixa que inspirou o escritor, o está processando, sob alegação de que sua privacidade teria sido violada e de que alguns  fatos relatados por ela em depoimento teriam sido distorcidos no livro. Outra polêmica relacionada ao filme  se deu pelo fato do elenco ser constituído quase todo de atores chineses, e pelo que pude perceber no Japão, há uma certa rivalidade entre os dois povos, muito semelhante de como acontece entre nós brasileiros e os argentinos. Por estes motivos, poucas cenas do filme foram gravadas no Japão como forma de protesto dos japoneses.

Gion Corner

E depois que nosso guia nos apresentou toda essa questão polêmica envolvendo as gueixas, ficamos mais intrigados e instigados a encontrar e fotografar uma delas pelas ruas de Gion. Ele nos informou que, no final da tarde, as maiko e as geiko  costumam sair de suas casas a pé em direção aos vários locais de apresentação que existem pelo bairro. E recomendou que esperássemos na esquina da Shijo-dori com a Hanamikoji-dori, pois existe um semáforo onde elas, obrigatoriamente, param para atravessar e se tivéssemos sorte, poderiamos nos deparar com alguma gueixa. Mas, infelizmente, não conseguimos achar nenhuma. Se for a Kyoto e também não tiver a mesma sorte que eu, todas as noites no teatro Gion Corner acontece um show com demonstrações de artes tradicionais voltadas para turistas. Em cada sessão de 50 minutos, além da apresentação de dança dasmaiko, também tem apresentação de koto (harpa japonesa), gagaku (música da corte imperial), kyogen(teatro cômico), bunraku (teatro de bonecos), chado (cerimônia do chá) e eikebana (arranjo floral). Uma ótima dica, mas que também não consegui conferir. Fica para a próxima!

Tetatro Gion Corner – Endereço: Kyoto-shi, Hanamikoji Shijo-sagaru, Gion, Yasaka Hall. Tel.: (075) 561-1119.
Diariamente tem duas sessões: às 19h e 20h. Ingresso: ¥ 3.150 (aprox. R$ 80,00).
http://kyoto-gion-corner.info/gion_corner/kyomai/index.html *Se for visitar, reconfirme os dados por telefone ou no site
O Gion Corner fica a 10 minutos a pé da estação Keihan Shijo. Da estação de Kyoto, tome um ônibus Kyoto City Bus #100 ou #206 e desça na parada Gion. Depois caminhe 10 minutos.
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11 de Março – um dia para ser lembrado | JOJOSCOPE

A NHK WORLD RÁDIO JAPÃO vai transmitir programas especiais durante o período que vai do dia 6 ao dia 11 de março, em memória ao primeiro aniversário do devastador terremoto e tsunami de março do ano passado que assolou a região Nordeste do Japão.

Nesta matéria você confere o conteúdo de cada programa e  a Rádio solicita aos ouvintes  que mensagens sejam direcionadas à região atingida pelo desastre no Japão, para dar um estímulo a todos que estão reconstruindo seus lares. Estas mensagens serão recebidas nos programas e serão publicados no site e a RÁDIO JAPÃO vai também entregar as mensagens à região atingida pelo desastre.

O programa especial será chamado “11 de Março – Um dia para ser lembrado“, e pode ser acessado aqui pela internet.

Muitos estragos foram solucionados em uma semana, como esta estrada que dá acesso à região atingida, mas ainda falta muito para as comunidades reconquistarem a normalidade de suas vidas.

Para ouvir a Rádio Japan

O serviço em português da RÁDIO JAPÃO é transmitido em ondas curtas, mas o seu conteúdo está disponível também na internet. No site a programação pode ser apreciada de forma ainda mais ampla através de áudios, vídeos, imagens e textos atualizados. No NOTICIÁRIO você acompanha as últimas notícias. Em ATUALIDADES a Rádio traz uma ampla cobertura sobre os avanços científicos,  tendências, as artes tradicionais, músicas, curiosidades e o cotidiano da sociedade japonesa. Dentro deste espaço, em sextas-feiras alternadas, o enfoque é CULINÁRIA e TURISMO no Japão. E o último sábado do mês é dedicado à CULTURA POP japonesa. No CURSO DE JAPONÊS você pode começar a aprender ou a aprimorar o idioma. No novo curso deste ano abordamos o japonês utilizado no trabalho. E no PONTO DE ENCONTRO, o espaço é destinado ao diálogo com os ouvintes. Não deixem de  prestigiar.

Horário de Brasília (Rádio de Ondas Curtas):

06h30 Frequência 6145 kHz

18h30 Frequência 11880 kHz

JOJOSCOPE está alinhado com a Rádio Japão, e está desenvolvendo um projeto que será realizado no dia 1 de Abril em São Paulo. Aguardem mais notícias aqui no Jojoscope.

via11 de Março – um dia para ser lembrado | JOJOSCOPE.

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Que seja contagioso!

O vídeo abaixo mostra o que tenho repetido algumas vezes aqui no blog: a cordialidade, a hospitalidade e o carinho do povo japonês. Na viagem de volta do Japão parei para pensar a razão de tanta admiração diante de atitudes tão simples e que deveriam ser tomadas por todos em qualquer lugar do mundo. Percebi também que, muitas vezes, não estava agindo de acordo e, ao invés de ignorar e me conformar com o atual padrão de educação e egoísmo vivido em nosso país, resolvi reconhecer e mudar tais comportamentos. É a simples idéia de que pequenas atitudes podem mudar o mundo e eu, sinceramente, acredito nela. Comecei por mim para que, quem sabe, alguém mire em meu exemplo e possa reconhecer e mudar também.  De uma coisa eu sei: essa mudança tem feito muito bem, não só para as pessoas que me cercam, mas também e principalmente a mim. Quer um conselho? Experimente e ajude a espalhar o vírus da gentileza!

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Minhas impressões sobre Kyoto (Japão) – Parte II

Após visitarmos o Palácio Imperial, Pavilhão Dourado e Castelo de Nijo, o nosso tour terminou no “Handicraft Center”, um local onde se vende souvenirs típicos japoneses, um pouco menor, mas muito parecido com o “Oriental Bazaar” que visitamos em Tóquio, no bairro Harajuku. Nosso guia de Tóquio, o Koishi, com toda generosidade inerente ao povo japonês, preparou um roteiro personalizado para que pudéssemos aproveitar e conhecer o máximo de coisas até o horário de partida de nosso trem-bala de volta à cidade de Tóquio. Eles nos indicou a visita ao Santuário Heian que ficava bem próximo dali, cerca de  5 minutos a pé. Mas como havíamos acordado muito cedo para pegar o trem-bala resolvemos ir direto ao restaurante para almoçarmos.

Cardápio-vitrine

Sempre que viajamos, meu marido gosta muito de pedir dicas de lugares (principalmente bares e restaurantes) onde os moradores da cidade costumam frequentar, pois, normalmente, os lugares indicados aos turistas além de mais caros, não transmitem a verdadeira essência do lugar. E claro que em Kyoto não seria diferente. Sabendo da fama da cidade, como a que mais mantém as tradições japonesas, pedimos ao nosso guia Koishi que nos indicasse um restaurante tradicional em Kyoto e ele não poderia ter escolhido um restaurante melhor. Pegamos um taxi do “Handicraft Center” e gastamos cerca de 10 minutos e pouco mais de 800ienes (R$20,00) para chegarmos ao restaurante mais lindo que já visitei. Não só o restaurante em si, que aliás tinha uma ótima comida e com um preço super justo (R$150,00 o casal), mas pelo maravilhoso jardim a ele anexado . Na entrada do restaurante existe um cardápio-vitrine (foto), onde é possível vizualizar o prato e o preço de cada um, o que é muito comum nos restaurantes japoneses. O nome do restaurante é GANKO TAKASEGAWA NIJOEN ( http://www.gankofood.co.jp/en/) e colocarei as informações sobre ele ao final deste post.

Jardim do Restaurante Ganko

Teatro Minamiza

Saindo do restaurante caminhamos a pé  pela rua Kawaramachi e pudemos perceber que se tratava de uma região comercial, com muitas lojas, restaurantes e cafés.  Após 15 minutos a pé, próximo à Sanjo Bridge, nos deparamos com a Pontocho-dori, uma viela à beira do Rio Kamo repleta de restaurantes e atrações noturnas, cuja visita é essencial. Caminhamos por toda a sua extensão até chegarmos à ponte Shijo de onde é possível avistar o famoso bairro de Gion e o lindo teatro Minami-za. Além de passarela das gueixas este bairro é também conhecido como um local de diversão e boa gastronomia. Farei um post especial sobre as gueixas e lá detalharei mais as facetas deste bairro.

Pontocho-dori

Infelizmente nesta época do ano o dia é muito curto (anoitece às 16:30h) e como a maioria dos templos e santuários fecha ao anoitecer, não conseguimos visitar nenhum deles. Depois que o sol de pôs, caminhamos pelas pequenas ruas do leste de Gion e ali percebi que para realmente conhecer as riquezas de Kyoto é preciso procurar os detalhes, andar pelas ruas menos importantes e percorrer os bairros mais afastados. Gostaria muito de ter visitado muitos lugares como o Kiyomiduzera, um templo de mais de 1000 anos de existência e que oferece uma vista incrível da cidade, o Caminho do Filósofo, a floresta de bambus, dentre muitas outras atrações e monumentos. Mas prefiro transformar esta decepção em uma razão para voltar, não seria nenhum sacríficio poder desbravar mais um pouco desta fantástica cidade!

Caminhada pelo bairro de Gion

Restaurante Ganko Takasegawa Nijoen – 484-6, Higashi Namasu-cho, Nijo-kudaru, Kiyamachi-dori, Nakagyo-ku, Kyoto 604-0922 Tel : 075-223-3456

Ver também “Minhas impressões sobre Kyoto (Japão) – Parte I (https://esportenamochila.wordpress.com/2012/02/13/minhas-impressoes-de-kyoto-japao-parte-i/)

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