Arquivo do mês: fevereiro 2013

Restaurant Week SP: “Yakissoba, não!” dá as dicas de culinária asiática

O Restaurant Week SP já começou e o blog “Yakissoba, não!” nos traz dicas dos grandes destaques da culinária asiática para você aproveitar o que há de melhor nesta edição. Confira!

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Florença – Itália | Blog Get Real

Foto que tirei do rio do Arno quando estive em Florença

Foto que tirei da Ponte Vecchia e do rio do Arno quando estive em Florença

Dando continuidade a nossa já anunciada parceria com o Blog Get Real, hoje compartilho aqui com vocês um post sobre Florença na Itália.

Uma das editoras do blog, a Pat, passeou pelos pontos turísticos tradicionais e nos traz ótimas dicas de restaurantes, compras e hospedagem. Para acessar o post, basta clicar no link ao final do texto.

Eu, particularmente, tenho um caso de amor por esta cidade! E olha que passei apenas um dia por ali. Florença, ou Firenze em italiano, consegue ser charmosa, romântica e transpira arte. A cidade, que  o foi berço do Renascimento, guarda um tesouro a cada esquina. As principais atrações estão muito perto uma das outras e é possível percorrer tudo a pé. Os pontos altos para mim são o Duomo (além da beleza e riqueza do seu interior e exterior, do alto da cúpula da Catedral se tem a vista mais linda de Florença),  Galeria degli Uffize (dentre muitas obras de arte, ali estão expostos “O Nascimento de Vênus”, de Botticeli e “Sagrada Família”, de Michelangelo), Ponte Vecchio (ponte sobre o rio Arno, indescritivelmente linda), Galleria dell’Áccademia (entre nem que seja “só”para ver o “Davi”, de Michelangelo – é de tirar o fôlego de tão perfeito, impressionante!)

O mais surpreendente e encantador de Florença é caminhar por praças públicas e dar de cara com esculturas ou obras de arte o tempo todo! O esplendor da cidade é tamanho que chega a deixar os turistas malucos e muitos deles chegam a ter que ser internados. Acha exagero? Culpa da Síndrome de Sendhal! A Dra. Graziella Magherini, ex-chefe do departamento de Psiquiatria do Hospital florentino Santa Maria Nuova, percebeu que muitos turistas que visitavam a capital da Toscana eram internados com sintomas semelhantes, tais como tontura, taquicardia e confusão mental. O motivo? Excesso de beleza! Quem visitou sabe do que estou falando e quem ainda não conhece deveria se deixar “enlouquecer” um pouquinho. Vale a pena, eu garanto!

Post sobre Florença no Blog Get Real

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Benihana e o show das espátulas!

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Hoje foi a vez de conhecer o Benihana, a mais nova sensação da Rua Amauri. A casa inaugurada há pouco mais de dois meses é uma franquia de uma rede norte-americana criada em 1964 e que hoje conta mais de 80 restaurantes espalhados pelos EUA (tem até no Alasca!), Caribe e América do Sul. Esta é a primeira das 5 unidades que serão abertas no Brasil e chega pelas mãos do grupo de  empresários formado por Marcel Gholmieh, Bruno Laporta (também sócios do Al Baladi e Hooters), Marcelo Alcântara, Paulo Torre (Serafina) e Leandro Onsari (sócio do Benihana Buenos Aires).

benihana1Localizado no antigo endereço do Siá Mariana, o Benihana conta com 22o lugares distribuídos em dois pavimentos e oferece mesas comuns ou com chapas que acomodam de 7 a 10 pessoas cada uma. O grande chamariz e diferencial da casa é o malabarismo das espátulas. O Chef Carlos Ohata e sua equipe composta por 12 cozinheiros conseguem unir com bastante habilidade a arte da culinária e do entretenimento. O Teppanyaki, o carro-chefe da casa, é preparado na sua frente de uma maneira performática, o que deixa sua refeição bem mais divertida e animada. Ali, vc não paga apenas pela comida, mas também pelo show.

As 18 opções de teppan variam entre carne bovina, frango, peixes e frutos do mar. Escolhi o “Teriyaki Steak”(R$ 65): bife de chorizo, cogumelos e cebolinha ao molho teriyaki. Todos os pratos  de Teppanyaki acompanham sopa de cebola (gostosinha, mas trocaria  pelo tradicional missoshiro), saladinha com molho de gengibre, camarão aperitivo (muito bom!), legumes, arroz e dois molhos, o de gengibre para frango, peixes ou frutos do mar e o de mostarda para as carnes bovinas. O prato é saboroso e o molho teryiaki estava incrível, mas tudo dentro das expectativas. A porção é individual, mas se for combinada com uma entrada (edamame ou temaki, por exemplo), pode ser dividida tranquilamente, tudo depende do seu apetite.

O cardápio possui outras opções como sushis, sashimis, temakis e uma cardápio de bebidas bem atrativo e diversificado. Além de drinks variados (provei e gostei muito do “Exotic Mojito”), o restaurante oferece cervejas japonesas e muitas opções de saquês. Chegou há pouquíssimo tempo e já possui a maior adega de saquê do país, comandada pela sommelier Yasmin Yonashiro. Ao contrário do menu de bebidas, o de sobremesas é modesto e com poucas opções, quase tudo é sorvete.

Desde o momento que entrei no Benihana, foi inevitável a comparação com o já consagrado Shintori, localizado no Jardins. Para quem não conhece, o restaurante japonês também utiliza chapas no preparo de alguns de seus pratos, com show de espátulas, porém de uma forma mais contida. Apesar da semelhança no estilo, são casas bastante diferentes em diversos aspectos, principalmente nos ingredientes utilizados no preparo e no ambiente. O Benihana é bem “americanizado” e utilizada ingredientes e temperos que agradam ao paladar norte-americano. A comida é muito saborosa, mas  com aspecto mais “pesado”e calórico. No Shintori a tradição japonesa, mesmo que com alguma influência brasileira, é mantida e segue a linha da alimentação mais leve e saudável. Outra grande diferença é o ambiente. Além da decoração mais ocidental, o Benihana é mais barulhento. Gritos e exaltações diante da atuação dos chefs são comuns e frequentes, o que quase não acontece no Shintori. Lá quase não se houve a conversa da mesa ao lado e o ambiente é como se estivesse em algum restaurante em Kyoto, com direito a tatames e lago com carpas.

De qualquer forma, o Benihana tem tudo para cair no gosto dos paulistanos e é um ótimo lugar para reunir amigos, se divertir em família (a criançada adora!) ou comemorar seu aniversário, com direito a “Parabéns a você” em japonês. Seja qual for o seu motivo, vale a pena conferir!

Benihana

Rua Amauri, 517 – São Paulo/SP

Tel: +55 11 3078-2549

http://www.benihana.com

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Semana Santa na América do Sul | O que abre e o que fecha

Santiago do Chile, meu destino escolhido para passar a Semana Santa em 2012

Santiago do Chile | Meu destino da Semana Santa em 2012

A Semana Santa está chegando e muitos brasileiros aproveitam a data para visitar os países vizinhos aqui da América do Sul. No ano passado fiz isso e escolhi a capital do Chile para aproveitar o feriado de uma forma diferente e sem gastar muito. Em alguns destinos existem festividades locais que só podem ser vistas pelos turistas que viajam nesta época. O único problema é ver suas expectativas e planos de viagem irem por água abaixo ao descobrir que muitas coisas fecham durante este feriado. Para evitar surpresas desagradáveis ou contratempos, o Esporte na Mochila preparou este post com dicas do que abre e o que fecha durante a Páscoa em algumas das principais capitais da América do Sul.

Santiago – Chile

Visitei Santiago durante a Semana Santa no ano passado e pude notar que o feriado é muito importante para os chilenos. A sexta-feira é o dia com mais estabelecimentos fechados. O comércio de rua fica fechado de sexta à domingo. Os shopping fecham na sexta-feira, mas abrem no sábado e no domingo normalmente.

Quanto aos restaurantes aconselho ligar daqui do Brasil, perguntar e, se estiver aberto, reservar. Consegui visitar quase todos da minha lista, mas faltou um dos mais recomendados (Aqui esta Coco) que permaneceu fechado durante todo o feriado. Os restaurantes do Mercado Central abrem todos os dias, do meio-dia às 18 horas.

Os parques ficam abertos todos os dias, inclusive o passeio de funicular no Cerro San Cristobal. Também abre todos os dias a “La Chascona”, casa/museu onde Pablo Neruda pasosu uma parte de sua vida.

A maioria das vinícolas fecham, mas consegui visitar no sábado a “Concha y Toro”. Também aconselho reservar data e horário no site, antes de ir. No dia que visitei estava bem cheia.

Um ótimo passeio para fazer em um dos dias do feriado é um bate-volta para Valparaíso e Vina Del Mar. Se tivesse um terceiro dia livre iria com certeza.

Se quiser saber meu roteiro de dois dias por Santiago durante a Semana Santa, basta clicar nos links abaixo:

Dois dias em Santiago – 1o dia

Dois dias em Santiago – 2o dia

Buenos Aires – Argentina

Lá também é feriado na sexta-feira, mas no sábado o comércio de rua em Buenos Aires funciona normalmente. Já a famosa Feira de San Telmo e os museus funcionam todos os dias, inclusive sexta e domingo.

Para restaurantes siga a mesma regra de Santiago: ligue com antecedência e faça reservas, principalmente para sexta e domingo.

Outra dica para feriado é fazer um bate-volta para Colonia ou Tigre.

Montevidéu – Uruguai

O Uruguai vem sendo considerado por muitos especialistas em viagem o país da vez e este feriado é uma ótima oportunidade para conhecer sua capital. A vantagem de ir para Montevidéu nesta época é encontrar a cidade vazia e toda disponível para os turistas. A maioria dos uruguaios aproveita a Semana Santa, onde também é comemorada a Semana do Turismo, para viajar a semana inteira.

O Mercado del puerto abre todos os dias e nos restaurantes há reserva é sempre recomendada.

Punta del Este é sempre uma ótima pedida, mas não estará tão vazia quanto a capital. Se o agito não for o problema, vale a pena esticar por lá, já que a cidade fica tão animada quanto no verão.

No que consiste a Semana Santa?

A Semana Santa é um dos feriados mais importantes para os cristãos, pois nela se comemora a morte e a ressurreição de Jesus Cristo. A semana começa com o Domingo de Ramos, que relembra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, e termina com o Domingo de Páscoa, celebrando a ressurreição de Jesus Cristo.

Parque Bicentenário - Santigo do Chile | Parques são ótimas opções para curtir o feriado da Semana Santa!

Parque Bicentenário – Santigo do Chile | Parques são ótimas opções para curtir o feriado da Semana Santa!

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Game, Set and Match Nadal

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Entre os dias 11 e 17 de fevereiro, São Paulo sediou o Brasil Open, o maior evento de tênis do país. E, claro, o Esporte na Mochila esteve presente, acompanhou tudo de perto e conta os melhores momentos aqui para vocês.

O evento esportivo contou com a participação de muitos tenistas do cenário mundial, mas a grande estrela, sem dúvida alguma, foi Rafael Nadal. O tenista espanhol é considerado um dos maiores tenistas de todos os tempos. Entenda: com apenas 26 anos ele já venceu onze títulos individuais de Grand Slam, 21 títulos em torneios ATP World Tour Master 1000. Pela Equipe Espanhola de Copa David venceu as finais de 2004, 2008, 2009 e 2011. Quer mais? Venceu todos os Grand Slams, o que fez dele o sétimo tenista da história e o mais novo na Era Open a realizar esta façanha. Também é o segundo jogador masculino a completar o Golden Slam (vencer os quatro Grand Slams e também os Jogos Olímpicos), depois de nada mais nada menos que  Andre Agassi. Todo o seu sucesso no saibro o fez ganhar o apelido de “Rei do Saibro”, levando muitos especialistas a considerá-lo o maior jogador no saibro da história.

As partidas foram realizadas no Ginásio do Ibirapuera e em duas quadras secundárias e foram alvo de muitas críticas pelos tenistas participantes, os quais alegaram existir muitos buracos e por ser muito rápida para uma quadra de saibro (pó de tijolo). O argentino Horacio Zeballos, que veio a São Paulo depois de faturar em cima de Nadal o ATP de Viña del Mar, no Chile, disse que as quadras não estão condizentes com o nível da disputa e também alfinetou as bolinhas utilizadas na competição: “Estão muito pequenininhas”. O gerente do Brasil Open, Roberto Burigo, admite que houve pouco tempo para a construção da quadra de saibro devido ao UFC São Paulo, realizado em 19 de janeiro. Mesmo tendo sido aprovada pela ATP, pessoalmente, não é difícil perceber a falta de estrutura não só das quadras, mas do próprio Ginásio do Ibirapuera. Ao constatar muitas luzes queimadas, banheiros depredados e péssima qualidade do som dos auto-falantes, também sou obrigada a  concordar com Zeballos e o pior, entretanto, é constatar que a cidade de São Paulo não possui outro lugar para receber eventos de tamanha importância.

Felizmente, a falta de estrutura não impediu que o público lotasse o Ginásio, principalmente nos dias de jogos de Rafael Nadal. Para quem não  sabe ou não acompanha tênis de perto, Nadal veio de uma cirurgia no joelho e buscou durante o torneio ganhar ritmo para voltar a ocupar o primeiro lugar no ranking. Durante os jogos ficou evidente o desconforto e insegurança de sua recuperação da contusão que o tirou das quadras por sete meses. Mesmo sem dar o seu 100%, só a presença de Nadal já é um presente para a torcida. Fãs apaixonados, seja pelo seu talento, por sua simpatia ou por sua famosa “puxadinha na cueca”, lotaram as arquibancadas do Ibirapuera para vê-lo de perto.

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Mesmo com uma atuação tímida de Thomas Bellucci e João Souza (o Feijão), a torcida brasileira pode sentir o gosto da vitória com Bruno Soares. O mineiro conquistou o tricampeonato do Brasil Open neste domingo. Ao lado do austríaco Alexander Peya, o brasileiro venceu o checo Frantisek Cermak e o eslovaco Michal Mertinak por 2 sets a 1, com parciais de 6/7 (5-7), 6/2 e 10-7.

Mas na minha opinião, o grande destaque do Brasil Open foi argentino Martin Alund. Rotulado como a zebra ou “lucky loser” do torneio, Alund conseguiu um feito heróico mesmo tendo sido derrotado por Nadal na semi. Pude assistir pessoalmente a um de seus jogos, nas oitavas de final, onde ali pude perceber sua garra e perseverança,  ao despachar o francês Jeremy Chardy, quarto cabeça de chave do torneio, em partida dramática. Alund deve estar contente, pois além de fazer uma ótima partida encarar Nadal de frente, a partir desta segunda-feira passará a figurar no Top 100 do ranking.

Mesmo ainda se recuperando e resgatando a confiança em seu joelho, o talento, a estrela e a garra de Nadal falaram mais alto. Em apenas 2 semanas de recuperação, 7 meses sem jogar, participou de 2 torneios e chegou a 2 finais. A vitória de 2×0 aqui no Brasil sobre o argentino David Naldabadian foi muito significativa para Nadal e para o tênis, pois significa a volta do grande campeão, um novo recomeço.

O campeão do Brasil Open não foi apenas Nadal, mas o tênis brasileiro. Além  da torcida ter a oportunidade de ver de perto esse fenômeno e de popularizar o esporte no país, foi a chance dos brasileiros conferirem de perto um tênis de alto nível, após uma imensa lacuna desde a aposentadoria de Gustavo Kuerten, em 2008. Mesmo sem nenhum ídolo nacional, a participação de Nadal no torneiro trouxe o Brasil de volta ao cenário mundial e, se souberem aproveitar, pode ser  grande chance de uma nova guinada para o tênis nacional.

Sequência Martin Alund

Sequência Martin Alund

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Almoço no Rive Gauche Cuisine

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O Esporte na mochila foi conhecer mais um restaurante recém-inaugurado aqui em São Paulo, o Rive Gauche Cuisine.

A casa fica no terceiro piso do Shopping Cidade Jardim e pertence a restauratrice Ida Maria Frank, também dona do já consagrado e italiano Due Cuochi e do francês Le Marais.

Este é o primeiro empreendimento de Ida após sua associação com o grupo Barbacoa e seu cardápio é uma mescla das duas cozinhas, visando criar uma gastronomia francesa contemporânea e criativa, o que o diferencia da cozinha clássica do Le Marais. Uma parte dos pratos foi criada pelo chef italiano Giampero Guilliani, do Due Cuochi, e o restante fica por conta do chef Marc Le Dantec, nascido na região da Bretanha e que comanda a cozinha do restaurante franco-italiano.

O ponto alto do almoço foi a sobremesa:  mil folhas com creme de baunilha  – ótima apresentação, deliciosa e leve.

Apesar da comida ser saborosa e oferecer um bom serviço, não me senti surpreendida em nenhum momento. Acho o Due Cuochi excepcional e gosto muito do Le Marais, mas confesso ter ficado um pouco decepcionada com o Rive Gauche. Mas levando em consideração a experiência de seus proprietários e o fato da casa ainda ser nova, tem tudo para se igualar rapidamente a seus “irmãos”.

Rive Gauche Cuisine

Shopping Cidade Jardim

Av. Magalhães de Castro, 12.000, 3º piso – São Paulo

Telefone: 55 11 3758-2616

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Impressões do Osaka, o novo restaurante nikkei da Amauri!

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Aproveitei o feriado do Carnaval para conhecer o mais novo restaurante da Rua Amauri, o Osaka.

Com filiais em algumas cidades da América Latina (Lima, Santiago, Buenos Aires e Cidade do México), a rede abre a sua primeira casa brasileira em São Paulo com um cardápio diversificado e com muitas novidades. A começar pelos tiraditos que refletem a principal insipiração deste restaurante: a cozinha nikkei, misturando com maestria a gastronomia peruana e oriental. O prato de nome curioso nada mais é do que peixe cru fatiado, como o  sashimi, em um molho apimentado.

Ali pude experimentar uma das expecialidades da casa, o ceviche. É possível e altamente recomendado fazer a degustação de 3 dos 4 sabores disponíveis. É divino, posso garantir! Mas existem muitas outras opções como sushis, sashimis, temakis, grelhados, todos com criações exclusivas e molhos preparados conforme manda a culinária peruana, famosa e reconhecida por sua variedade, qualidade e pela riqueza de sabores, aromas e cores. Independente do prato que for pedir, não deixe de acompanha-lo com o arroz tailândes, é incrivel!!!

No Osaka a regra é compartilhar! O restaurante nipo-peruano segue a linha de muitos outros restaurantes internacionais com inspiração oriental, como o Zuma e  Buddakan, os quais já tive o prazer de experimentar. As porções não são tão fartas, mas ideal para dividir com alguém. A cozinha fica por conta do chef peruano Juan Carlos Arnaiz e o sushi bar é comandado por Rafael Hidaka, ex- Kinoshita.

Osaka, que já foi eleito como um dos restaurantes preferidos do fotógrafo peruano Mario Testino, faz por merecer e tem tudo para cair no gosto dos paulistanos!

Desgustação de Ceviche

Desgustação de Ceviche

Osaka

Rua Amauri, 234 – São Paulo/SP

Reservas: 55 11 3073-0234

osaka.com.pe

saopaulo@osaka.com.pe

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Corinthians lança livro sobre o seu Bicampeonato Mundial!

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No último dia 28, o Corinthians lançou o livro “BICAMPEÃO DO MUNDO” em uma livraria da capital paulista e, claro, o Esporte na Mochila foi conferir!

A obra é uma parceria entre o time alvinegro e a BB Editora e conta com mais de 300 fotos de Daniel Augusto Jr., o fotógrafo oficial do Corinthians, que já havia lançado os livros dos títulos do Campeonato Brasileiro de 2011 e da Libertadores de 2012, entre outros.

As imagens, distribuídas em pouco mais de 200 páginas, representam a essência da conquista do Mundial de Clubes no Japão e traz os bastidores e lances decisivos que retratam toda a saga da equipe do Parque São Jorge na busca de seu segundo título mundial reconhecido pela Fifa.

Além do autor, do vice-presidente Luis Paulo Rosenberg e do diretor de futebol Duílio Monteiro Alves, também estavam presentes na noite de autógrafos o técnico Tite e os jogadores Cássio, Zizao e Pato.

Daniel Augusto Jr. autografa livros no lançamento de seu livro sobre a conquista do Bi Mundial do Corinthians

Daniel Augusto Jr. autografa livros no lançamento de seu livro sobre a conquista do Bi Mundial do Corinthians

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Dicas de Viagens | Blog Get Real

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Para você que é antenada(o) e quer saber o que é tendência no Brasil e no mundo não deixe de curtir o Blog Get Real!!!

Além de saber o que existe de mais “cool” no universo da moda, o blog também possui dicas de viagens e agora é parceiro do Esporte na Mochila!

Assim como o meu blog, as meninas contam suas experiências em destinos, restaurantes e bares espalhados pelo mundo.

Começo compartilhando aqui com vocês dicas preciosas da Pat, editora do blog, que morou em Miami e conta o melhor dessa cidade tão amada e visitada pelos brasileiros!

Corre lá: Dicas de Miami – Blog Get Real

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