Arquivo do mês: fevereiro 2012

Projeto CONNECT JAPAN

Ontem fui convidada a conhecer o CONNECT JAPAN, um projeto promovido pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria do Japão e coordenado pela JTB de Tóquio.

O objetivo deste projeto, que ocorre também em mais 13 localidades do mundo com o nome de “Cool Japan”, é divulgar produtos tradicionalmente japoneses e pouco conhecidos no mundo, visando uma maior integração entre o Japão e tais países, além  de dar oportunidades de negócios para pequenos e médios produtores regionais japoneses.

Esta exposição foi realizada no tradicional restaurante RANGETSU aqui em São Paulo e contou com a participação de formadores de opinião em design, gastronomia e hotelaria, bem como com a ilustre presença do Cônsul Geral, Kazuaki Obe, o qual ressaltou a importância deste intercâmbio entre o Japão e outros países do mundo, dentre eles o Brasil.

Ao fim, tivemos um delicioso coquetel preparado pelo grande chef Shin Koike.

Se houver interesse sobre o projeto CONNECT JAPAN, acesse o link e tenha mais informações: http://jojoscope.com/2012/02/connect-japan-connecting-criative-spirit/

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Que seja contagioso!

O vídeo abaixo mostra o que tenho repetido algumas vezes aqui no blog: a cordialidade, a hospitalidade e o carinho do povo japonês. Na viagem de volta do Japão parei para pensar a razão de tanta admiração diante de atitudes tão simples e que deveriam ser tomadas por todos em qualquer lugar do mundo. Percebi também que, muitas vezes, não estava agindo de acordo e, ao invés de ignorar e me conformar com o atual padrão de educação e egoísmo vivido em nosso país, resolvi reconhecer e mudar tais comportamentos. É a simples idéia de que pequenas atitudes podem mudar o mundo e eu, sinceramente, acredito nela. Comecei por mim para que, quem sabe, alguém mire em meu exemplo e possa reconhecer e mudar também.  De uma coisa eu sei: essa mudança tem feito muito bem, não só para as pessoas que me cercam, mas também e principalmente a mim. Quer um conselho? Experimente e ajude a espalhar o vírus da gentileza!

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Gion – o bairro das gueixas (Kyoto – Japão)

Este vídeo serve de  “aperitivo” para meu próximo post sobre Gion. Além de ser o bairro mais famoso de Kyoto, é também conhecido por abrigar as gueixas, figuras cheias de mistérios e segredos, cuja vida e história precisam ser desmistificadas de todo nosso preconceito ocidental, em grande parte baseado no filme  (muito criticado pelos japoneses) “Memórias de uma Gueixa”.

 

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Minhas impressões sobre Kyoto (Japão) – Parte II

Após visitarmos o Palácio Imperial, Pavilhão Dourado e Castelo de Nijo, o nosso tour terminou no “Handicraft Center”, um local onde se vende souvenirs típicos japoneses, um pouco menor, mas muito parecido com o “Oriental Bazaar” que visitamos em Tóquio, no bairro Harajuku. Nosso guia de Tóquio, o Koishi, com toda generosidade inerente ao povo japonês, preparou um roteiro personalizado para que pudéssemos aproveitar e conhecer o máximo de coisas até o horário de partida de nosso trem-bala de volta à cidade de Tóquio. Eles nos indicou a visita ao Santuário Heian que ficava bem próximo dali, cerca de  5 minutos a pé. Mas como havíamos acordado muito cedo para pegar o trem-bala resolvemos ir direto ao restaurante para almoçarmos.

Cardápio-vitrine

Sempre que viajamos, meu marido gosta muito de pedir dicas de lugares (principalmente bares e restaurantes) onde os moradores da cidade costumam frequentar, pois, normalmente, os lugares indicados aos turistas além de mais caros, não transmitem a verdadeira essência do lugar. E claro que em Kyoto não seria diferente. Sabendo da fama da cidade, como a que mais mantém as tradições japonesas, pedimos ao nosso guia Koishi que nos indicasse um restaurante tradicional em Kyoto e ele não poderia ter escolhido um restaurante melhor. Pegamos um taxi do “Handicraft Center” e gastamos cerca de 10 minutos e pouco mais de 800ienes (R$20,00) para chegarmos ao restaurante mais lindo que já visitei. Não só o restaurante em si, que aliás tinha uma ótima comida e com um preço super justo (R$150,00 o casal), mas pelo maravilhoso jardim a ele anexado . Na entrada do restaurante existe um cardápio-vitrine (foto), onde é possível vizualizar o prato e o preço de cada um, o que é muito comum nos restaurantes japoneses. O nome do restaurante é GANKO TAKASEGAWA NIJOEN ( http://www.gankofood.co.jp/en/) e colocarei as informações sobre ele ao final deste post.

Jardim do Restaurante Ganko

Teatro Minamiza

Saindo do restaurante caminhamos a pé  pela rua Kawaramachi e pudemos perceber que se tratava de uma região comercial, com muitas lojas, restaurantes e cafés.  Após 15 minutos a pé, próximo à Sanjo Bridge, nos deparamos com a Pontocho-dori, uma viela à beira do Rio Kamo repleta de restaurantes e atrações noturnas, cuja visita é essencial. Caminhamos por toda a sua extensão até chegarmos à ponte Shijo de onde é possível avistar o famoso bairro de Gion e o lindo teatro Minami-za. Além de passarela das gueixas este bairro é também conhecido como um local de diversão e boa gastronomia. Farei um post especial sobre as gueixas e lá detalharei mais as facetas deste bairro.

Pontocho-dori

Infelizmente nesta época do ano o dia é muito curto (anoitece às 16:30h) e como a maioria dos templos e santuários fecha ao anoitecer, não conseguimos visitar nenhum deles. Depois que o sol de pôs, caminhamos pelas pequenas ruas do leste de Gion e ali percebi que para realmente conhecer as riquezas de Kyoto é preciso procurar os detalhes, andar pelas ruas menos importantes e percorrer os bairros mais afastados. Gostaria muito de ter visitado muitos lugares como o Kiyomiduzera, um templo de mais de 1000 anos de existência e que oferece uma vista incrível da cidade, o Caminho do Filósofo, a floresta de bambus, dentre muitas outras atrações e monumentos. Mas prefiro transformar esta decepção em uma razão para voltar, não seria nenhum sacríficio poder desbravar mais um pouco desta fantástica cidade!

Caminhada pelo bairro de Gion

Restaurante Ganko Takasegawa Nijoen – 484-6, Higashi Namasu-cho, Nijo-kudaru, Kiyamachi-dori, Nakagyo-ku, Kyoto 604-0922 Tel : 075-223-3456

Ver também “Minhas impressões sobre Kyoto (Japão) – Parte I (https://esportenamochila.wordpress.com/2012/02/13/minhas-impressoes-de-kyoto-japao-parte-i/)

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Depois do que vi ao vivo no Japão, estava com uma vontade imensa de escrever sobre esse time do Barcelona e a razão pela qual ele é tão superior aos demais atualmente! Mas seria incapaz de fazer de uma forma tão brilhante como Luiz Felipe Castro fez em seu blog “pormenosresquesejam” (http://pormenoresquesejam.wordpress.com). O problema dos jogadores brasileiros é achar que apenas o talento basta. Vi uma reportagem do grande esportista Cesar Cielo, onde ele diz que nascer com o dom não basta, é preciso treinar e treinar muito. Só assim ele conseguiu chegar onde chegou. Essa acomodação foi o que mais me incomodou naquele fatídico dia em Yokohama. Não sei se captaram a “mensagem” , mas espero que o vexame tenha servido de lição não só para o Santos, mas para todos os times brasileiros e principalmente para a seleção. Pode demorar alguns anos para a ficha cair, mas ainda tenho esperança quem um dia isso há de acontecer! De qualquer forma fica a dica!

Pormenores? Que sejam!

O texto já estava praticamente pronto, mas veio muita a calhar o fato de que eu o terminasse justamente no dia em que o treinador Mano Menezes convocou a seleção mais vitoriosa de todos os tempos e que a melhor equipe do mundo no momento voltou a ter uma excelente apresentação ao vencer o Bayer, em Leverkusen, por 3 a 1, no jogo de ida das oitavas de final da CL.  Comparando a lista da CBF, recheada de jogadores que não inspiram confiança –suponho até mesmo em seu treinador –, com a qualidade do jogo do Barcelona, é difícil imaginar que o futebol brasileiro consiga reconquistar tão cedo o protagonismo que obteve  pelos gramados ao redor do mundo.

Ao longo dos últimos anos de domínio do futebol espanhol – sobretudo do Barcelona, indiscutivelmente, uma das melhores equipes da história -, muito se fala no declínio da Seleção Brasileira e do…

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Cruzeiro do Centenário celebra trajetória de sucesso do Santos Futebol Clube

Quatro dias a bordo de um transatlântico conhecendo parte da costa brasileira. Um roteiro paradisíaco, partindo do porto de Santos, passando por Búzios e Angra dos Reis, no litoral do Rio de Janeiro. Mas se engana quem acha que esta é uma pequena descrição de um cruzeiro. Na verdade é apenas uma pequena parte da descrição do que será o Cruzeiro do Centenário do Santos Futebol Clube, uma iniciativa inédita que vai reunir torcedores e ídolos em uma viagem única e exclusiva.

O Grand Mistral, navio da frota da Ibero Cruzeiros, foi o transatlântico escolhido para abrigar esta verdadeira rodada de ouro em alto mar para celebrar os 100 anos de um dos maiores clubes do futebol brasileiro. Promovido pela Football Marketing e Somar, em parceria com a Santos Tour, o Cruzeiro do Centenário faz parte da programação oficial do Santos Futebol Clube para comemorar o seu centenário. Entre os dias 4 e 7 de março de 2012, pouco mais de 1.500 santistas fanáticos vão conviver com grandes ídolos do Peixe em uma viagem fantástica no universo que vai retratar parte da trajetória do clube eleito pela FIFA como o melhor das Américas no século XX.

A programação do cruzeiro de três noites contará com sessões de cinema especiais com filmes sobre os grandes momentos do Santos, mesas redondas com especialistas e ídolos da torcida, boletins diários contando a trajetória do clube, além de jantares e festas temáticas como o Baile do Preto e Branco que deverá acontecer em uma das noites da viagem. “O objetivo é promover uma total integração dos torcedores com a trajetória deste que é um dos clubes mais importantes do mundo. Queremos que todos os participantes tenham uma experiência única”, afirma Marco Galvão, um dos idealizadores do projeto.

Ao todo são 580 cabines disponíveis para os torcedores, que poderão durante os 4 dias de navegação conhecer ainda mais sobre o seu clube, trocar informações e confraternizar com especialistas e grandes nomes do futebol que integram a história do Santos. “O melhor é que é um projeto em que o torcedor poderá levar toda a família, pois haverá programação para todos, até para as crianças, jovens torcedoras e futuro da família santista”, declara Alexandre Zubaran, o outro nome por traz do projeto.

Os idealizadores do Cruzeiro do Centenário reforçam que estes quatro dias a bordo do Grand Mistral serão repletos de momentos únicos e exclusivos, onde apenas uma parcela da grande nação santista terá o privilégio de vivenciar. “Seria um sonho poder reunir ainda mais torcedores em um projeto como este, mas assim como um estádio, um navio também tem capacidade limitada, só que muito menor. Serão pouco mais de 1.500 torcedores representando toda uma nação santista”, reitera Marco Galvão, diretor da Footboll Marketing.

As vendas para o Cruzeiro do Centenário ficarão a cargo da Santos Tour e da CVC Turismo, e deverão ser abertas logo após o lançamento oficial do projeto, que deve acontecer no início da segunda quinzena de outubro. Os preços de lançamento para entrar nesta viagem vão de USD 449,00 a USD 1.611,00 por passageiro, mais taxas portuárias (USD 108,00 por passageiro), dependendo da categoria de cabine escolhida. O pacote inclui toda a programação especial do projeto, pensão completa com 5 refeições diárias, bebidas livres nas principais refeições (almoço e jantar – água, suco, refrigerante, cerveja e vinho), além de toda a infraestrutura do transatlântico Grand Mistral, que inclui 3 restaurantes, 9 bares, 3 piscinas, 2 jacuzzi, Spa, centro de ginástica e uma equipe de animação experiente que oferece inúmeras alternativas de entretenimento, entre shows, brincadeiras, aulas e práticas esportivas.

Os torcedores interessados em se antecipar ao lançamento poderão fazê-lo. A Football e a Somar estão cadastrando os interessados em participar desta incrível viagem e fazendo pré-reserva dos pacotes. Basta enviar um e-mail para cruzeiro100SFC@naopercopornada.com.br solicitando informações. Você também pode visitar o http://www.cruzeiro100sfc.com.br

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Trailer – “The Tsunami and the Cherry Blossom”

Este curta-metragem é um dos indicados ao Oscar 2012 e fala do poder de superação dos japoneses frente ao tsunami de março 2011. Mesmo tomando um duro golpe da natureza eles entendem que não há porque se vingar dela. Para eles tudo na vida é efêmero e transitório. Se o tsunami veio e destruiu tudo, vamos reconstruir. Se as belas cerejeiras floresceram, em breve suas lindas pétalas estarão secas pelo chão. É procurar sempre ver o lado bom das coisas, sem guardar rancor ou alimentar a vingança. É simplesmente aceitar e continuar a viver. Veja o vídeo e repare em uma frase que resume bem esse pensamento : “There is always beauty and terror in nature, but we forgot the terror.” (Tradução livre: “Sempre há beleza e terror na natureza, mas nós esquecemos o terror.”)

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Minhas impressões de Kyoto (Japão) – Parte I

Kyoto foi o último lugar que conhecemos e não tinha uma forma melhor de encerrarmos essa viagem incrível! Como era um passeio opcional do nosso pacote, deixá-la por último não foi proposital, mas se estiver programando uma viagem ao Japão, faça com que este seja o seu último destino, caso contrário, sem demérito às outras cidades japonesas, perderão a graça. Achava um pouco de excesso das pessoas quando me diziam que se não fosse à Kyoto era como se não tivesse conhecido o Japão. Mas o que julgava antes um exagero, hoje faço como minhas palavras. A única coisa que aconselho e que não consegui fazer foi ficar pelo menos 3 dias por lá, pois o que vi em apenas um dia não é nem 1/3 (um terço) do que essa cidade pode oferecer, mas foi o suficiente para me apaixonar por ela. Já fiz um post sobre Kyoto aqui no blog do que esperava conhecer por lá (https://esportenamochila.wordpress.com/2011/11/30/kyoto/), mas neste aqui vou retratar minhas experiências pessoais, relatando o que lá vi e vivi. Com certeza terei de fazer mais de um post, pois tenho muita coisa bacana e interessante pra falar.

Trem-bala (shinkansen)


Saímos de Tóquio ainda de madrugada rumo à estação Shinagawa Station de onde parte o trem-bala (Shinkansen) com destino à Kyoto. Também é possível chegar à cidade de ônibus, trem ou avião, descendo na cidade mais próxima (Osaka), já que não conta com aeroporto próprio. Mesmo não sendo a forma mais barata, pois cada passagem (ida e volta) pode custar até 13.000 ienes (aprox. R$325,00- dependendo da classe, disponibilidade, etc.) é o meio mais prático e rápido, principalmente no nosso caso que passamos apenas o dia. O trem-bala (Shinkansen) também sai das estações Tokyo Station e Shin-Yokohama Station. No ticket está a data, o horário, o nome e número do seu trem, bem como o número do assento. É bom verificar com antecedência e muita atenção essas informações, pois ao chegar à estação é preciso usar esses dados para saber de qual plataforma sai o seu trem. Se não estiver na plataforma correta é bem provável que perca o passeio e seu dinheiro, já que no horário do bilhete o trem-bala chega à estação e após exatos 2 minutos parado na plataforma ele segue viagem. Depois da experiência de andar de trem-bala (shinkansen) mudei a expressão de pontualidade britânica, para pontualidade japonesa, é realmente incrível! Os assentos são confortáveis e muito parecidos com os da classe econômica de um avião, mas com muito mais espaço para as pernas. Contam com serviço à bordo (comida, bebidas, café, etc.) e banheiros. É visível perceber que este tipo de transporte é muito usado por trabalhadores e empresários que moram em cidades próximas e trabalham em Tóquio ou vice-versa.

Em apenas 2 horas e 4 minutos de viagem, às 8:11AM (exatamente!), desembarcamos em Kyoto Station. Adquirimos um pacote de meio dia para visitarmos os principais pontos turísticos de Kyoto com guia local e depois teríamos a tarde toda para conhecermos a cidade por nós mesmos. Já haviamos sido alertados pelo nosso guia de Tóquio de que o transporte coletivo em Kyoto não era dos melhores para os turistas. Além de ter apenas 2 linhas de metrô, as ruas apesar de terem um traçado quadricular,  não tem um padrão de endereços muito lógico. Sendo assim, ao fim da nossa excursão a melhor forma de se locomover seria de taxi ou a pé, já que a cidade tem uma extensa área plana e é bem espalhada.

Castelo de Nijo - Portal Karamon

Mecanismo dos pisos rouxinol

O nosso primeiro destino foi o Castelo de Nijo, o qual foi construído em 1603 pelo xogum Tokugawa Ieyasu para servir como sua residência oficial em Kyoto. As cinzas deste xogum estão no Santuário que visitamos em Nikko, cujas fotos foram postadas aqui no blog. Para andarmos na parte interna do palácio é preciso trocar os sapatos por chinelos e não é permitido tirar foto ou filmar dentro dos prédios. Os pontos altos deste castelo são as pinturas dos artistas Kano, o portal Karamon e os pisos rouxinol, os quais foram projetados para que, quando alguém os pisasse reproduzissem o som de um pássaro, avisando o xogum sobre possíveis intrusos e espiões (ninjas).

Na saída do Castelo de Nijo o céu começou a abrir e nos brindou com um lindo sol, para deixar o Pavilhão Dourado (Kinkaku-ju) ainda mais exuberante. Esta estrutura magnífica de três andares é toda folheada a ouro e possui uma fênix no topo de seu telhado. Este templo foi construído pelo terceiro xogum Ashikaga, Yoshimitsu, que aos 37 anos abriu mão de seus deveres oficiais para dedicar-se ao sacerdócio e o templo passou a ser seu abrigo. Ao lado do Pavilhão Dourado podemos visitar um bonsai com mais de 600 anos!

Pavilhão Dourado

De lá partimos para o último local da excursão: o Palácio Imperial. Como já havia mencionado em meu último post, Kyoto foi capital do Japão e este Palácio serviu de residência imperial até a Era Edo, em 1869, quando a capital foi mudada para Tóquio. No entanto, os Imperadores Taisho e Showa ainda tiveram as suas cerimônias de coroação neste Palácio. Os jardins e o Palácio estão em uma vasta área de 910km quadrados e que serve de lugar de descanso para os visitantes e moradores de Kyoto. Lá fizemos um tour guiado pelo complexo e gostei bastante de um prédio pintado nas cores branca e  laranja. A guia me chamou atenção ao detalhe da flor no acabamento do telhado, o crisântemo com 16 pétalas. Por possuir uma semelhança com o sol nascente, ela me explicou que essa flor de origem chinesa acabou se tornando o símbolo do país e também do Imperador.

Palácio Imperial - Crisântemo, símbolo do Império

Continua no próximo post….

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Introduction to Tokyo – NYTimes.com

Introduction to Tokyo

Tokyo’s kaleidoscopic lights, crush of humanity and sheer scale can be overwhelming for first-timers. Yet linger a while and you’ll almost certainly encounter the serene side of traditional Japan. Discover graceful tea ceremonies and gardens awash with springtime cherry blossom, a world apart from skyscraper-dotted Shinjuku or trend-obsessed Harajuku. Forget trying to make sense of this megalopolis, with its jigsaw of real estate and seething mass of people, and follow the example of the omikuji (fortune scrolls) at Senso-ji Temple — just take Tokyo as it comes.

Tokyo stuns with its contrasts — one minute you’re lost in Shiodome’s skyscraper jungle, the next in quiet contemplation beside a carp pond in the Zen-like Hamarikyu Gardens. Too vast to grasp, this city is all about delighting in the details — whether you’re watching locals retrieve their fortunes from wooden drawers at Buddhist Senso-ji Temple or enjoying springtime cherry trees in bloom in Ueno Park, home to the treasure-trove Tokyo National Museum. Across the color-changing Rainbow Bridge lies artificial island Odaiba’s futuristic cityscape and Edo-style hot springs.

Shopping

With its neon lights and insatiable appetite for trends, Tokyo screams consumerism. The hippest styles are found on Harajuku’s Takeshita Street, where young Tokyoites dress up as Goths and Manga characters. Hunt for electronic wizardry in Akihabara or traditional lacquer bowls and silk kimonos in Asakusa. Designer boutiques and interior-design stores stud ultramodern Omotesando Avenue, near the diamond-like Prada store. Sidestep giant tuna to enjoy fresh sushi at Tsukiji Fish Market, at its lively best before 10am.

Nightlife and Entertainment

Sleep is overrated in this 24-hour dynamo of a city. Roppongi attracts party-loving expats to bars reverberating with DJ beats, karaoke, and Elvis impersonators. For an alternative scene, try Ebisu’s funky cafés. Sleek lounges cluster in high-rise Shinjuku, where you can sip cocktails and see the skyline glitter at Park Hyatt’s 52nd-floor New York Bar of Lost in Translation fame. This wouldn’t be Tokyo without Japanese kabuki dance-drama at Kabuki-za Theater and sumo wrestling at Kokugikan Stadium.

Restaurants and Dining

Tokyo is a city of interiors, as seen in skyscraping Shibuya and Shinjuku, where restaurants’ avant-garde designs and panoramic views are as big a draw as their menus. For a party vibe, join locals at boisterous izakaya bars in Roppongi, where yakisakana (grilled fish) and onigiri (rice balls) are washed down with copious amounts of sake. In Asakusa’s narrow backstreets, kimono-clad waitresses shuffle gracefully between low tables piled high with okonomiyaki (savory pancakes), and steaming noodles.

viaIntroduction to Tokyo – NYTimes.com.

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Sabia que você pode ajudar alguém correndo? Eu descobri hoje!!!

Ri Hirsch

No dia 08/02/2012, recebi no escritório um presente que gostaria de dividir com muitas pessoas que me ajudaram a ajudar.

Desde 2008 organizamos uma corrida beneficente (STONEMAN Marathon) que em 2011 ganhou ares de um pequeno evento. Inscrições limitadas em 200 pessoas, com distâncias variadas (de 6 km a 42 km) em um percurso de aproximadamente 5 km, dentro da raia olímpica da USP. Cronometragem, chip, fotos, vídeo, três postos de hidratação por volta e tudo o mais que um corredor merece.

A ideia da STONEMAN é ajudar quem precisa realizando aquilo que gostamos muito de fazer, CORRER. A principal instituição (e que nos presenteou) se chama Amigos do Bem. Ela atende mais de cinco mil famílias do sertão nordestino e desenvolve um trabalho de dar inveja. Com muito orgulho mandamos mais de 300 cestas básicas que foram distribuídas por eles.

Quanto ao presente que recebi, tratava-se de um livro que…

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