Arquivo do mês: dezembro 2011

Fifa oficializa Marrocos como sede do Mundial de Clubes em 2013 e 2014 – Futebol – UOL Esporte

O Comitê Executivo da Fifa anunciou neste sábado a decisão de que o Marrocos será a sede do Mundial de Clubes em 2013 e 2014, o que já era previsto desde novembro após a retirada dos outros países candidatos.

Com a mudança, pela primeira vez o continente africano vai receber a competição que até hoje só foi disputada no Brasil, nos Emirados Árabes e no Japão, onde acontece neste fim de semana. A edição de 2012 ainda será disputada no Japão, local do evento entre os anos de 2005 e 2008.

“Marrocos foi designado como sede das edições de 2013 e 2014”, anunciou a Fifa em um comunicado após a reunião de seu Comitê Executivo em Tóquio neste sábado.

Marrocos concorria com a África do Sul, o Irã e os Emirados Árabes, mas em novembro a Fifa avisou que a única candidatura que se manteve foi a marroquina.

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Monte Fuji e Hakone (Lago Ashi) – Japão

No hotel já pude perceber que hoje o dia estava perfeito para visitarmos o Monte Fuji, pois no trigésimo andar, onde fica o restaurante e tomamos o café da manhã, já conseguiamos avistá-lo. Segundo o próprio guia, que é japonês, fomos contemplados com um dia perfeito, pois além do céu azul e sem nenhuma nuvem, a visibilidade era ótima.

Monte Fuji (Fuji-san)

Assim como Nikko, já havia publicado um post anterior com os detalhes sobre o Monte Fuji e Hakone (link: https://esportenamochila.wordpress.com/2011/11/25/monte-fuji/), e lá disse que o vulcão é dividido em 10 estações ao longo do seus 3.776m de altura. Os ônibus sobem apenas até à quinta estação (2.400m de altura), dependendo das condições climáticas, sendo que as demais estações seguem apenas para os alpinistas e corajosos a enfrentar o frio de -9 graus que fazia hoje (sim, menos nove graus). Mas todo vento e frio valeram a pena por estarmos ali naquele dia tão incrível!

Vista da 5a estação do Monte Fuji

Da quinta estação pudemos ter uma maravilhosa vista das montanhas ao fundo, bem como do topo do Monte Fuji, ambos cobertos de neve. Além disso, avistamos um lindo lago embaixo, mas não sei precisar qual exatamente, já que o  vulcão está cercado por cinco lagos. Tiramos a foto abaixo com uma parte da galera para simbolizar que o Santos conquistou o topo do mundo e esperamos que amanhã tudo isso seja consolidado com a nossa vitória em cima do Barcelona!

Após descermos até o sopé do Monte Fuji partimos para Hakone, um balneário ao redor do lago Ashi, muito famoso no Japão por suas águas termais. Ali pegamos um barco para atravessarmos o lago e subirmos por um teleférico (que mais parecia um bondinho) até o topo de uma montanha de onde pudemos ter uma incrível vista do Monte Fuji e do lago Ashi. E dizem que quem vem ao Japão e não vê o Monte Fuji, não volta. Se isso é verdade eu não sei. De qualquer forma, já garanti o meu retorno!

Lago Ashi

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Minhas impressões sobre Nikko – Japão

Já havia feito um post sobre Nikko aqui no blog sobre o que gostaria e pretendia visitar. Hoje exploramos esse lugar fabuloso e pude conhecer algumas coisas que havia escrito e muitas outras que não havia programado. Inclusive, esse destino ficará marcado pra sempre na memória, pois foi o primeiro lugar onde vi a neve. Já havia visto neve permanente em Lake Tahoe (USA) e Chamonix (França). Mas ver os flocos caindo do céu foi realmente emocionante para mim.

Nikko fica a aproximadamente 180km ao Norte de Tóquio. Chegando à cidade, subimos as montanhas por uma estrada muito sinuosa até a altura de 1200m. Nossa primeira parada foi na Catarata Kegon e lá pudemos comprovar e sentir o que a previsão do tempo já havia nos alertado: frio de zero grau e neve. Ainda em cima das montanhas, fomos visitar o Lago de formação vulcânica Chuzenji e almoçamos por ali.

Templo Rinno-ji

Depois do almoço, seguimos para a área de templos e santuários de Nikko, os quais foram declarados pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade. Primeiramente, visitamos o Templo Rinno-ji, o qual estava sendo restaurado e só pudemos admirar o seu interior. O que me chamou mais a atenção neste Templo foi o Sanbutsu-do, um salão com três Budas dourados gigantes sentados sobre flores de lótus.

A poucos metros dali, uma estrada de pedras nos leva ao Santuário Tosho-gu, o mais grandioso e importante de Nikko. Conta a história que Tokugawa Iemitsu queria construir um grandioso mausoléu para impressionar seu avô Ieyasu, um xogum que fundou a dinastia que governou o Japão por 250 anos. Seu desejo era que, quando morresse, seu corpo fosse colocado em santuário como um deus. Durante dois anos, 15 mil artesãos de todo o Japão se                       dedicaram a criar esse deslumbrante complexo.

Para mim, os pontos altos deste santuário foram o Pagode de 5 andares (onde são guardadas as relíquias de Buda), o Portal Yomeimon e o entalhe dos macacos no estábulo sagrado. Para quem ainda não viu meu post anterior sobre Nikko, segue o link: https://esportenamochila.wordpress.com/2011/11/18/nikko/

Uma curiosidade: logo após passarmos o Portal Yomeimon, à direita, existe um altar onde são feitas orações para pessoas doentes e que agora também é utilizado para pedir pelos familiares das vítimas do tsunami de 11 de março de 2011.

Pagode

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Tóquio – Palácio Imperial, Akibahara, Shibuya e Harajuku (Japão)

Não sei se pela adrenalina do jogo ou pela longa viagem de volta para Tóquio (ou as duas coisas), demoramos a pegar no sono e conseguimos dormir apenas poucas horas esta noite. Mas a alegria de estarmos na final alivia o cansaço e nos motiva a conhecer ainda mais desta cidade fantástica!

Palácio Imperial

Hoje fizemos um city tour pela cidade. Voltamos a alguns lugares que já havíamos visitado no primeiro dia, como  Tóquio Tower e o Templo Senso-ji, mas também conhecemos lugares novos e imperdíveis. Um deles foi o Palácio Imperial, a residência oficial do Imperador do Japão, localizada no centro da cidade. Pudemos apenas visitar os jardins, já que o palácio só é aberto à população duas vezes ao ano, sendo uma delas no próximo dia 23 de dezembro na ocasião do aniversário do Imperador. Mas mesmo conhecendo apenas os jardins, podemos dizer que fomos contemplados, pois presenciamos a saída de uma linda carruagem do Palácio supostamente com o Embaixador no Nepal.

Akihabara

O nosso city tour terminou no bairro de Akihabara, famoso pela venda de artigos eletrônicos. O interessante de caminhar pelas ruas deste bairro, além da tecnologia e das lojas de games, é deparar-se com meninas vestidas como personagens de mangás. Depois do passeio por Akihabara, pegamos um metrô rumo a Shibuya na companhia de duas pessoas incríveis e com muita história pra contar: Marcos e Alfredo. Apesar da diferença de idade (eles já tem filhos da minha idade) temos muito em comum, já que também são apaixonados por viagem (aliás, antes de Tóquio, passaram pela Turquia) e gostam de curtir ao máximo o lugar que estão visitando. Palavras próprio Alfredo: “o taximetro da nossa vida está rodando em dólar, não temos tempo a perder!”

Descendo da estação de metrô de Shibuya tivemos uma das experiência mais fantásticas desta viagem. Nos deparamos com um cruzamento de ruas, lotado de pessoas, com vários prédios coloridos por néon e outdoors gigantes. É como se aumentassem o Times Square em Nova Iorque em 10 vezes. Mas a diferença é que, em contrapartida, não se ouvia uma buzina ou qualquer gritaria. E o mais impressionante é que apesar de todos os cruzamentos, nenhuma pessoa atravessou a rua antes que o sinal verde estivesse aberto. Todos os dias temos aulas de civilidade e amor ao próximo aqui no Japão. Hoje, por exemplo, o guia comentou conosco que no verão os japoneses não usam gravata. O motivo é que sem a gravata sentem menos calor e não precisam aumentar tanto a intensidade do ar-condicionado, poupando energia e contribuindo com o meio-ambiente. Essa é apenas uma de muitas coisas que precisamos aprender com este povo, já que vivemos em um mundo cada dia mais egoísta.

Shibuya crossing

Por fim, após uma caminhada de aproximadamente 1 hora e meia pelo bairro de Shibuya chegamos ao bairro de Harajuku, onde buscava encontrar uma ruela muito conhecida pelos jovens japonesas chamada Takeshita-dori. Após perguntar para diversas pessoas, conseguimos encontrá-la. É uma rua super descolada, onde se pode encontrar desde roupas góticas a fantasias bizarras, bem como roupas intimas estampadas com seu super-heroi favorito. Uma boa definição para esse lugar é a “Camdem Town” japonesa. Realmente imperdível!!!

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Semi-final – Santos x Kashiwa Reysol – Toyota Stadium

Ontem pude ter, com toda certeza, a maior experiência esportiva de toda a minha vida. É muito difícil explicar em palavras a sensação de assistir a uma partida de tamanha importância e ao, mesmo tempo, estar no meio de uma torcida tão apaixonada e que se deslocou de tão longe para apoiar o seu time do coração.

Acordamos cedo, pois o fuso horário e a ansiedade nos tirou da cama às 5:00 da manhã e ainda tínhamos 350km para percorrer de Tóquio até o Toyota Stadium, na cidade de Toyota. Saimos do hotel às 11:15 da manhã e só fomos chegar ao estádio por volta das 17:30, já que fizemos duas paradas programadas. E essa programação não é feita pelo motorista do ônibus ou pelo guia turístico, mas pelo governo japonês. Essa medida tem o objetivo de evitar que muitos ônibus ou caminhões parem no mesmo posto ao mesmo tempo e cause transtornos para os viajantes. A imagem abaixo não me deixa mentir e mostra o controle do tráfego nas rodovias.

Durante todo o percurso, tanto dentro do ônibus quanto nas paradas, havia confraternização dos torcedores cantando hinos, saudando uns aos outros, trocando informações, um clima muito gostoso de experimentar. O perfil dos torcedores também é muito variado: alguns sozinhos, avós, netos, pais e filhos, marido e mulher, amigos. Enfim, pessoas de todos os lugares do Brasil desde Florianópolis até o Acre.

O coração bateu mais forte quando pude avistar o suntuoso estádio de Toyota! Em frente ao estádio a FIFA organiza a “Fan Festa”, uma confraternização dos torcedores com exposição de carros, DJ, comidas, bebidas e vários stands. Mas ficar ali estava me deixando ainda mais ansiosa, entramos e fiquei emocionada ao ver o gramado, cenário perfeito para o baile de Neymar e sua turma.

O fim dessa  história já foi conhecido e toda essa experiência ficará guardada para sempre na minha memória e nas fotos a seguir!!!  Agora é aguardar o adversário e enfrentá-lo no próximo domingo em Yokohama – rumo ao TRI !

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Primeiro dia em Tóquio – Torre de Tóquio, Templo Senso-ji, Ginza

Começo este post com uma dica que vale para todas as viagens, independente do destino: o primeiro lugar para se visitar em uma cidade onde você nunca esteve é o mais alto, pois assim você tem uma visão geral e consegue escolher melhor qual atração visitar. Sendo assim, escolhi a Torre de Tóquio!

Como disse  no post anterior, o metrô aqui em Tóquio é um meio de transporte muito eficiente. Após vir de Daiba pelo monotrilho, caimos na Oedo Line e descemos na estação Akabanebashi. Em apenas 5 minutos de caminhada você já tem acesso à entrada da Torre. O horário de funcionamento é das 9:00 às 22:00 e o ingresso para adultos custa 820 ienes (aprox. R$22) para o observatório principal (150m) e mais 600 ienes (aprox. R$15) se quiser subir ao observatório especial (250m). Ao todo a Torre tem 333m de altura e é mais alta que a Torre Eiffel, em Paris. No térreo há um aquário e os elevadores para acessar as plataformas de observação. Em dias claros, como hoje, é possível enxergar o Monte Fuji!

Monte Fuji visto da Tóquio Tower

Pagode

Dali, pegamos o metrô novamente e tivemos que mudar da Linha Oedo para a Linha Asakusa na estação Daimon e subimos até a estação Asakusa. Em poucos passos da estação nos deparamos com o Portal Kaminarimon, o qual dá acesso ao Templo mais sagrado e espetacular de Tóquio: Senso-ji ou também conhecedio por Asakusa Kannon. Atravessando o portal entramos na Nakamise-dori, uma rua com artigos e comidas típicas que nos leva a um outro portal, o Hozo-mon. Dali, podemos avistar o Pavilhão Principal e um Pagode de cinco andares, além de jardins e queimadores de incenso. A entrada é gratuita e fica aberto do amanhecer ao anoitecer.

Pavilhão Principal

Seguindo na mesma Linha Asakusa, ao sul, nosso passeio terminou em Ginza. Bairro localizado ao centro de Tóquio e que possui um dos cruzamentos mais movimentados do mundo: o Ginza Yon-Chome. Na intersecção das ruas Chuo e Harumi existe a famosa Wako, uma loja de departamentos no lado oposto ao Edificio San’ai construída em 1894 e cujo relógio é um símbolo popular de Ginza. Além disso, neste bairro podemos encontrar muitas lojas de grife e ótimos restaurantes. Espero conseguir voltar a este cruzamento durante a noite para assistir ao espetáculo de néon!

Cruzamento Ginza Yon Chome e Edificio San'ai

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Finalmente em Tóquio! – Daiba (Japão)

Após a parada de um dia em Londres e sentindo um pouco do fuso horário, chegamos ao aeroporto de Haneda, em Tóquio, às 5:00AM (horário local). Porém, o cansaço foi ofuscado pelo lindo dia que estava por vir: céu azul, sol brilhando e um friozinho 12 graus.

Como amanhã teremos o primeiro jogo do Santos em Yokohama e sairemos por volta das 11:00AM do hotel, hoje seria um ótimo dia para explorar algumas atrações de Tóquio, já que teremos apenas 7 dias aqui e ainda temos que conhecer outras cidades, como Nikko, Monte Fuji, Hakkone e Kyoto. Sendo assim, saimos do hotel com o objetivo de conhecer a Torre de Tóquio e o Templo Senso-ji em Asakusa, mas não imaginava que conseguiríamos conhecer ainda mais lugares.

Com guias, mapas e máquina fotográfica na mão, saimos do hotel por volta de 8:00AM para explorar essa cidade que me surpreendeu em muitos aspectos. Confesso que na minha chegada fiquei um pouco preocupada com a comunicação, já que no guichê de informações do aeroporto e no táxi até o hotel nos deu a impressão que teríamos dificuldades. Mas após a experiência deste primeiro dia em Tóquio essa preocupação já não existe mais.

TV Fuji e Shopping Aquacity

Nosso hotel fica em Daiba (cujo nome significa “obstrução”), um local construído no século XIX visando impedir a entrada de navios estrangeiros no porto e na baía de Tóquio, e que hoje faz questão de enfatizar essa influência com seus shoppings centers, o moderno prédio da TV Fuji e uma réplica da Estátua da Liberdade. Ainda vamos explorar mais a região e, claro, contarei tudo aqui.

Descobrimos que aqui em Daiba o transporte é feito por monotrilho (Yurikamome line), cujo ticket para um dia todo, por pessoa, custa 800 ienes (aprox. R$20). A compra do ticket tanto do monotrilho, quanto do metrô é super tranquila, pois existe a opção do idioma inglês. O interessante deste meio de transporte é que ele é feito todo pela superfície e oferece uma linda vista, já que passa por baixo da Rainbow Bridge até chegar à primeira estação de metrô, Shidome (linha Oedo). Para utilizar o metrô é preciso comprar outro ticket, que custa 700 ienes por pessoa e que nos dá direito a utilizar apenas as linhas e ônibus da empresa Toei Line. Se precisar utilizar linhas que pertençam à empresa Tokyo Metro Line, o preço é maior.

Rainbow Bridge

Tanto nas estações ou dentro dos trens, existe a grafia oriental e ocidental e muitas vezes o áudio do metrô anuncia as estações em inglês e japonês, o que facilita muito a locomoção pela cidade, já que a dimâmica do metrô é muito parecida com a de outras cidades do mundo, como no Brasil.

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Está chegando a hora!!!

Hoje começou o Mundial de Clubes e faltam pouco mais de dois dias para nossa viagem ao Japão! Bandeiras, camisas, casacos e gorros, tudo dentro das malas, já que a média de temperatura por lá nesta época do ano é de apenas 5 graus! Embarcamos no sábado a tarde e a previsão de chegada em Tóquio é na 3a de manhã (horário local), pois faremos uma parada de 1 dia em Londres. Teremos que nos adaptar ao fuso horário rapidamente, já que a estréia do Santos já acontece na 4a feira e não quero perder nenhum momento sequer!!! Continuem acompanhando o blog, pois estarei mandando notícias e relatando tudo que estiver vendo e conhecendo por lá! Quanta ansiedade!!!!

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Regulamento – Mundial de Clubes 2011 – Terra

Primeira fase – Playoff:

O campeão do país-sede (Japão) e o vencedor da Liga dos Campeões da Oceania (Auckland City) disputam, em jogo único, uma vaga nas quartas de final. O sobrevivente do duelo de estreia do Mundial avança até as quartas de final.

Segunda Fase – Quartas de Final:

Novamente disputada em confronto único, essa fase consiste em duas partidas eliminatórias. No Jogo 2, o vencedor da primeira fase enfrenta equipe a ser sorteada (campeão asiático, campeão africano ou campeão da Concacaf). No outro lado da chave (Jogo 3), as duas equipes que restam do sorteio anterior se enfrentam por um lugar na semifinal.

Terceira Fase – Semifinal:

O vencedor do Jogo 2 encara o campeão da Copa Libertadores da América (Santos), enquanto o clube que triunfar no Jogo 3 enfrenta o campeão da Liga dos Campeões da Europa (Barcelona); ambas as partidas serão realizadas em confronto único.

Quarta Fase – Final:

Os dois times que vencerem seus respectivos duelos na semifinal se enfrentam, em jogo único, na decisão do torneio. Quem triunfar será o campeão mundial de 2011.

viaRegulamento – Mundial de Clubes 2011 – Terra.

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