Arquivo do mês: novembro 2011

Kyoto (Japão)


Chegou a hora de falar do lugar que estou mais ansiosa para conhecer no Japão. Conhecida como a cidade da paz e da tranquilidade (“Heiankyo“) e que também já foi capital imperial (798-1868),  KYOTO é considerada o centro da cultura japonesa. Da meditação à cerimônia do chá, da arquitetura refinada às gueixas bem vestidas em quimonos de seda. Infelizmente não terei tempo de explorá-la por completo, pois para isso é preciso de no mínimo dois dias e teremos apenas um.  De qualquer forma darei o meu máximo para conhecer e retratar aqui a minha experiência nesta cidade fantástica!

Pavilhão Dourado

A vida em KYOTO é pautada pelo ritmo da natureza e para perceber suas riquezas é preciso pesquisar nos detalhes:  andar pelas ruas menos importantes, visitar lojas antigas e percorrer os bairros mais afastados. Na cidade e fora dela podemos encontrar dezenas de esplendorosos templos budistas e santuários xintoístas, alguns cênicos como o KYOMIZUDERA, outros mais “simples” como o PAVILHÃO DOURADO KINKAKUJI e alguns espartanos como o JARDIM DE PEDRA DE RYOANJI; o que valeu à cidade a inclusão na lista de patrimônios da humanidade da Unesco.

Além disso, por ter sido a capital do Japão por séculos, KYOTO abriga não só um dos palácios imperiais do Japão, mas também jóias da arquitetura como a VILA IMPERIAL DE KATSURA RIKYU e o CASTELO DE NIJO. A cidade também sedia três dos mais animados festivais do país, os “matsuris” Aoi (maio), Gion (julho) e Jidai (outubro) quando milhares de pessoas vestem-se com indumentárias tradicionais e desfilam pelas ruas e templos da cidade.

Uma das experiências fundamentais para o visitante de Kyoto, a qual tenho muita vontade mas dificilmente conseguirei, é hospedar-se nos tradicionais ryokans, dormindo sobre futons em esteiras de tatami.  A grande maioria deles serve o kaiseki, um banquete com uma elaborada sequência de pratos que se distinguem por seu sabor, ingredientes, formas de preparo e apresentação. Para conhecer um pouco mais sobre a famosa cozinha de KYOTO, vale uma visita ao NISHIKI MARKET, localizado no centro da cidade.

A maneira mais fácil e rápida de se chegar a KYOTO é por trem-bala. Partindo de Tóquio a viagem tem duração de 2 horas e meia e custará aproximadamente 13.ooo yenes por trecho para uma pessoa. Mas existe também a possibilidade de se chegar de ônibus, trem ou avião, descendo na cidade mais próxima (Osaka), já que cidade não conta conta com aeroporto próprio.

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Monte Fuji e Hakone

Monte Fuji

Com 3.776 metros de altura, o MONTE FUJI (fuji-san em japonês) é considerado o pico mais alto do Japão e o trigésimo quinto do mundo. Está localizado 100 km a oeste de Tóquio, entre as províncias de Yamanashi e Shizuoka, dentro do Parque Nacional Fuji-Hakone-Izu. O vulcão está classificado como ativo com baixo risco de erupção, já que a última aconteceu há três séculos, mais exatamente em 16 de dezembro de 1707, quando lançou uma chuva de cinco centímetros de cinzas sobre a então capital do país, Edo.

Existem cinco lagos que o rodeiam: o Lago Kawaguchi que é o mais comercial devido à fácil acessibilidade; o Lago Yamanaka procurado para a prática de esqui aquático e natação; o Lago Sai o menos deteriorado e de onde se tem uma bela vista do Fuji-san; o Lago Motosu o mais profundo e está retratado nas notas de cinco mil ienes; e o Lago Shojin que é bastante procurado para a pesca. De todos estes locais se tem boa visibilidade do monte, bem como do Lago Ashi, que, não fazendo parte do parque, fica nas proximidades.

O MONTE FUJI é um vulcão e seu lindo cume coberto de neve atrai vários turistas durante todo o ano. Mas nem sempre foi assim. Há aproximadamente 100 anos atrás era considerado um local tão sagrado que só monges e peregrinos poderiam escalá-lo. Hoje em dia, o local que foi proibido às mulheres até 1872, é objeto da peregrinação anual de mais de 300 mil alpinistas e turistas que fazem o caminho até o seu topo. Outros milhões o observam a distância, especialmente das janelas dos trens-bala que cortam o país.

A montanha está dividida em 10 estações, mas a maioria dos alpinistas já iniciam a escalada da quinta estação. A subida é considerada difícil já que as cinzas vulcânicas se deslocam sob os pés como se fosse areia. A partir da oitava estação já é possível começar a sentir os efeitos colaterais da altitude e, caso sinta forte dor de cabeça e/ou náusea durante o percurso, é aconselhado descer imediatamente.

As subidas ao MONTE FUJI são mais populares entre 1 de julho e 31 de agosto, uma vez que neste período as cabanas e a infra-estrutura de apoio estão em funcionamento, bem como os carros que transportam os alpinistas para a quinta estação. Dali, partem quatro caminhos principais: o Kawaguchiko, o  Subashiri, o Gotemba e o Fujiyomiya. Se preferir começar do pé da montanha existem também as seguintes trilhas: Shojiko,  Yoshida,  Suyama e Murayama. A rota de Kawaguchiko é a mais popular devido à sua grande área de estacionamento e onde estão a maior parte dos carros e ônibus de excursões.

Partindo de Tóquio, a forma mais rápida de se chegar ao MONTE FUJI é de ônibus. As cidades principais localizadas ao norte do vulcão, Fuji-Yoshida e Kawaguchi-ko, são as principais portas de entrada para acessá-lo. Na alta temporada (de 1 de julho a 31 de agosto) saem ônibus do terminal de ônibus de Shinjuku em Tóquio diretamente para a quinta estação de Kawaguchi-ko. A viagem dura 2 horas e meia e sai por 2600 ienes.  Partindo de Tóquio, é a alternativa mais barata para se chegar à quinta estação. Porém, se já estiver na cidade de Kawaguchi-ko, existe um serviço de traslado que te leva em 55 minutos até à quinta estação por 1500 ienes, mas que também só é realizado na alta temporada.

Hakone

Próximo dali, encravada entre o Monte Fuji e a Península Izufica, fica um uma cidade-balneário muito popular chamada HAKONE. É um dos pontos turísticos mais populares do interior do Japão, por possuir além de uma fonte termal, muitas outras atrações culturais e naturais. Não deixar de conferir seus MUSEUS, o PORTÃO BARREIRA SEKISHO e o LAGO ASHI, o qual já foi mencionado neste post.

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Por que viajar?

Nessas minhas pesquisas e leituras extrai duas citações de duas pessoas fantásticas, que viveram em épocas diferentes, mas que definem muito bem essa ânsia e prazer que tenho ao realizar uma viagem. Não só pelo simples fato de estar viajando, mas com o objetivo de  conhecer lugares, culturas, costumes, pessoas, jeitos de fazer e de pensar que sejam diferentes do meu. E a cada vez que retorno de uma viagem sinto que cresci, amadureci, aprendi e me tornei uma pessoa ainda melhor! Por viver essa deliciosa sensação e me sentir tão bem no antes, no durante e no depois é que criei este blog, para poder compartilhar essa vivência, não para que se acomodem e se contentem apenas com a leitura, mas para quem sabe um dia queiram partilhar dessa rica experiência que é VIAJAR!!!! Aí vão elas, aproveite:

“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”

Amyr Klink

“Viajar! Perder países!
Ser outro constantemente,
Por a alma não ter raízes
De viver de ver somente!

Não pertencer nem a mim!
Ir em frente, ir a seguir
A ausência de ter um fim,
E a ânsia de o conseguir!

Viajar assim é viagem.
Mas faço-o sem ter de meu
Mais que o sonho da passagem.
O resto é só terra e céu.”

Fernando Pessoa

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Templo Rinno-ji e Santuário Tosho-gu – Nikko

Como havia prometido no post anterior, detalharei aqui as principais atrações do TEMPLO RINNO-JI e do SANTUÁRIO TOSHO-GU, ambos localizados em Nikko. Tenho medo de estar cometendo um grande erro em dar ênfase a apenas essas duas construções. E não é para menos, já que estou tentando eleger os melhores dentre uma lista que foi designada Patrimônio da Humanidade em 1999. Mas como ainda não estive lá e apenas escrevo o que leio nos meus guias e anotações,  acho que mereço um desconto. Antes de começar, gostaria de falar um pouco sobre qual o comportamento esperado dos visitantes pelos japoneses nestes locais. Pelo que tenho lido, o Japão é considerado um povo muito mais supersticioso do que religioso. O clima em templos e santuários é descontraído, mas os turistas devem demonstrar respeito e não fazer muito barulho ou falar alto. Exceto em prédios com piso de pedra, é preciso deixar os sapatos na entrada ou carregá-los consigo. A organização dos japoneses é tanta que muitas vezes há sacos plásticos na porta, especialmente se os locais de saída e entrada forem diferentes. A possibilidade de fotografar varia muito de um templo para o outro. Em alguns é permitido e em outros terminantemente proibido. Agora, vamos ao que interessa:

TEMPLO RINNO-JI

O TEMPLO RINNO-JI é considerado o primeiro e mais importante de Nikko. Foi fundado em 766 por Shodo Shonin, monge que introduziu o budismo na cidade no século 8. Inicialmente era chamado de SHIHONRYU-JI, mas quando se tornou um templo da seita Tendai, no século 17, passou a ter o nome atual.

Dentro deste templo existe um grande salão, o SANBUTSU-DO (Salão dos Três Budas), com três imagens douradas: BUDA AMIDA, SENJU KANNON (“de mil braços”) e BATO KANNON (“cabeça de cavalo”). Mais adiante no salão encontramos a COLUNA SORINTO, a qual possui nove argolas de bronze contendo mil volumes de sutras (“escrituras budistas”) e é considerada pelos japoneses o símbolo da paz.

Além disso, neste templo é possível visitar o HOMOTSUDEN (“salão do tesouro”), bem como o SHOYEN, um jardim de passeio em estilo Edo do século 17, com paisagismo relacionado a cada estação do ano.

SANTUÁRIO TOSHO-GU

Conta a história que Tokukawa Ieyasu (1543-1616) foi um político, mestre e estrategista que passou a vida acumulando poder e só se tornou xogum em 1603, com 60 idade. Sua vontade era que, quando morresse, seu corpo fosse colocado em um santuário como um deus e gongen (“encarnação de Buda”). Seu neto, Tokugawa Iemitsu, sabendo deste seu desejo e querendo impressioná-lo,  resolveu construir um mausoléu-santuário para seu avô. Durante dois anos, 15 mil artesaos de todo o Japão talharam, douraram, pintaram e laqueram sem trégua para criar este conjunto maravilhoso em estilo Momoyama.

Pagode

Nesta construção podemos encontrar vários elementos budistas, tais como a BIBLIOTECA SUTRA, O PORTAL NIOMON e o PAGODE, com 36 metros de altura e cinco andares, o qual foi doado por um daimyo (“senhor feudal”) em 1650 e teve que ser reconstruído em 1818 depois de um incendio em 1815. Cada andar representa, respectivamente, a terra, a água, o fogo, o vento e céu.


Portal Yomeimon

Basta olhar para a imagem ao lado para perceber que uma das grandes atrações deste santuário é o PORTAL YOMEIMON. Ricamente adornado com animais e flores, este portal possui mais de 500 esculturas esculpidas, representando divindades, seres espirituais, cenas de lendas e histórias mitológicas. Pode-se dizer que esse conjunto de figuras, o portal em si e até mesmo todo o templo foram feitos para simbolizar um mundo de harmonia e paz. Isso porque o Japão viveu um longo período envolvido em guerras internas e graças ao domínio de Ieyasu estabeleceu-se o fim dos conflitos e a sociedade pode, finalmente, se desenvolver.

Entretanto, podemos considerar que você não conheceu o SANTUÁRIO TOSHO-GU  se não encontrou o entalhe de duas célebres imagens. A primeira fica na parte externa da parede do Shinkyusha (“o estábulo do cavalo sagrado”), encontrado após se passar pelo primeiro portal. Entre os oito painéis fixados na parede está o que mostra a imagem universalmente conhecida dos três macacos com as mãos tampando os olhos, os ouvidos e a boca, chamado em japonês de sanzaru. Essa escultura do TOSHO-GU é tão famosa que muitas pessoas acreditam que a história teria surgido aqui, mas na verdade ela já era conhecida no antigo Egito e teria sido introduzida no Japão junto com o budismo. O significado da imagem é: não ver o mal, não ouvir o mal e não falar o mal. A outra escultura que causa sensação é a nemurineko, a que mostra um gato dormindo. Ela fica no portal da escadaria de acesso ao túmulo de Ieyasu e também simboliza o estado de paz, a ponto de o bichano poder tirar uma soneca tranquilo, recebendo a luz do sol.

Sanzaru

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Nikko

Um segundo lugar que gostaria de visitar no Japão é Nikko, uma cidade localizada ao longo da Estrada Romântica Japonesa, na província de Tochigi, a cerca de 180 km ao norte de Tóquio. Perfeita para passar o dia e dar um tempo da agitação peculiar da capital japonesa. Por estar na entrada do Parque Nacional,  Nikko oferece uma vista maravilhosa das montanhas, além de seus lagos, cachoeiras, águas termais, macacos selvagens e trilhas.

Nikko foi um centro de culto xintoísta e budista por muitos séculos e é considerada, atualmente, umas das grandes atrações do Japão, pois possui em seus arredores templos  e santuários magníficos, tais como o TOSHO-GU, santuário mais ricamente decorado do Japão e o MAUSOLÉU DE TOKUGAWA IEYASU, o qual fundou a dinastia que governaria o Japão por mais de 250 anos.

Há duas estações em Nikko, uma delas é a linha de trem da JR, que liga a cidade de Nikko com Utsunomiya, a capital da província de Tochigi (percurso: 45 minutos; tarifa: ¥ 740).  Outro ponto de acesso é a estação Tobu Nikko, da empresa Tobu Railway (maiores informações no site em inglês: http://www.tobu.co.jp/foreign/).

O ônibus “Sekaiisan-meguri” parte da estação Nikko da JR, passa pela estação Tobu Nikko, circula pelos três templos e retorna pelo mesmo trajeto. A passagem que vale para um dia inteiro custa ¥ 500. O quilômetro ao longo da avenida que sai das estações de trem até os recintos de TOSHO-GU é cheio de lojas, restaurantes e pousadas.

Como já disse acima, Nikko é uma ótima opção para passar o dia, mas o mais recomendado é chegar um dia antes, dormir uma noite e sair bem cedo para os templos e santuários no dia seguinte, pois costumam ficar cheios de turistas, principalmente aos fins de semana e na alta temporada (verão e outono).

A maioria das atrações fica aberta das 8 da manhã às 5 da tarde e, entre os meses de novembro a março, até às 4 da tarde. É possível comprar um ticket por 1000 ienes que é válido por 2 dias  e admite entradas para as principais atrações de Nikko:  TEMPLO RINNO-JI, SANTUÁRIO TOSHO-GU e FUTARASAN-JINJA. Para visitar o NEMURI-NEKO em TOSHO-GU e o MAUSOLEU DE IEYASU é preciso comprar tickets separados.

Grande parte dos templos no Japão, pelo que tenho lido, são feitos de madeira e é por esta razão que os templos e santuários de Nikko se destacam dos demais, pois são extremamente decorados, esplendorosos, com metais dourados e com riqueza de detalhes. Sendo assim, vou dedicar um post exclusivo para falar sobre os que julguei mais interessantes: TEMPLO RINNO-JI E SANTUÁRIO  TOSHO-GU.

Ponte Shinkyo

Entretanto, o turismo em Nikko não se resume só a templos e santuários, mas também compreende muitas outras atrações, dentre elas está a PONTE SHINKYO sobre o rio Daiya; o MUSEU DE ARTE; os SALÕES HOKKE-DO  e JOGYO-DO, as PISCINAS GANMAN-GA-FUCHI, JARDIM BOTÂNICO e MUSEU URUSHI.

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Yokohama

Ontem comecei a fazer um resumo de todas as dicas que acumulei sobre o Japão até agora e conclui que temos muita coisa pra ver em apenas 7 dias. Então, para facilitar, resolvi classificar os lugares e cidades que gostaria de visitar por ordem de preferência. Resolvi começar pela última da lista, a cidade de Yokohama.  Lá assistiremos à final do Mundial de Clubes, no dia 18/12,  de onde espero que o Santos saia campeão. Pensei que o meu único interesse nesta cidade seria a partida e o Estádio, mas lendo mais sobre ela confesso que cometi uma grande injustiça.

Atrações turísticas de Yokohama

Yokohama está localizada na província de Kanagawa e fica a 30 km de Tóquio. É a segunda maior cidade do Japão, com aproximadamente 3.600.000 de  habitantes. Conta com o maior porto do país, o qual concentra e escoa o comércio da Grande Tóquio, tendo em vista a sua proximidade da capital japonesa.

Um dos pontos turísticos da cidade é a MINATO MIRAI 21, uma área portuária moderna, totalmente remodelada e com arquitetura à prova de terremotos, onde circulam muitos artistas de rua nos fins de semana. Ao lado, está o MUSEU DE ARTE DE YOKOHAMA com exibições de fotografia e arte moderna.

A quase 1 quadra dali fica, na minha opinião e como o próprio nome já diz, a “grande” atração de Yokohama: a LANDMARK TOWER. A torre foi projetada pelo arquiteto americano Hugh Stubbins e com seus 296,3m de altura é considerado o prédio mais alto do Japão. Além disso, possui o segundo elevador mais rápido do mundo (45 km/h), o qual atinge o 69 andar em apenas 40 segundos. O ponto alto da visita, acredito que seja o Sky Garden, um observatório com vista de 360 graus da cidade e em dias claros, é possível enxergar o Monte Fuji.

Na parte mais antiga da cidade está o MUSEU MARÍTIMO NYK e também o PARQUE YAMASHITA, construído com o entulho do terremoto que abalou o país em 1923. É um local agradável para passear e de lá é possível avistar o navio HIKAWA MARU, que de 1930 a 1960 costumava fazer o trecho Yokohama-Seattle, bem como a PONTE DA BAÍA DE YOKOHAMA com seus 860m de extensão.

Além disso, a cidade de Yokohama conta com o maior CHINATOWN do Japão, o qual possui cerca de 2500 habitantes chineses, muitos restaurantes com comidas típicas, lojas de remédios e cartomantes. Neste bairro encontra-se o tempo chinês KANTEI-BYO, construido em 1887 e dedicado ao antigo herói chinês Kuan-yu.

Nos arredores da cidade existem dois lugares interessantes para visitação. O primeiro deles é o JARDIM SANKEI-EN (10 minutos de ônibus da estação Negishi até Honmoku Sankei-en Mae), residência particular do comerciante de seda Hara Tomitaro, onde se encontram 16 tesouros arquitetônicos e um pagode de três andares de Kyoto.

Cerveja Kirin

O segundo é a KIRIN BEER VILLAGE,  uma vila onde se é possível visitar a fábrica desta cerveja japonesa fundada em Yokohama. Lá são realizadas excursões pela cervejaria e degustação da cerveja. Para quem não se lembra,  a mesma KIRIN anunciou a compra de 100% da cervejaria brasileira Schincariol no último dia 04/11/2011 por estimados 3,95 bilhões de reais.

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Não vejo a hora de assistir a esse espetáculo!!!!

Em entrevista a jornal, presidente do Barça diz que prioridade do ano é vencer o Santos

Sandro Rosell, presidente do Barcelona, não esconde que a grande prioridade do time catalão em 2011 é derrotar o Santos no final do ano e ficar com o título do Mundial de Clubes, que será disputado em dezembro no Japão.

Em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, Rosell falou que a vitória sobre o Santos na possível final “valorizaria ainda mais o título”. “Queremos jogar e bater times históricos e a partida contra o Santos terá esse caráter”, confirmou, ressaltando o respeito sobre a equipe de Neymar e Cia.

“Vamos ao Japão com o claro objetivo de sair mais uma vez com o título. É nossa prioridade do ano. Será um jogo difícil, mas vamos para ganhar. Nossa política é ganhar tudo que disputamos”, falou o mandatário do clube da Catalunha. Caso vençam suas semifinais no Mundial, o aguardado encontro entre Santos e Barça ocorre no dia 18 de dezembro, na cidade de Yokohama.

viaEm entrevista a jornal, presidente do Barça diz que prioridade do ano é vencer o Santos – Futebol – UOL Esporte.

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Rumo à Tóquio!!!!

Nesta semana começará a contagem regressiva para nossa viagem ao Japão. Como já comentei no “About”, criei está página para compartilhar informações de coisas que gosto muito: esporte e viagem. Sou muito detalhista, programo e estudo muito as minhas viajens. Toda vez que algum amigo me pede dicas de algum lugar que já conheci, falo tudo e com riqueza de detalhes. Certa vez, uma amiga sabendo desta minha característica, me sugeriu anotar tudo, pois sempre algum detalhe se perde com o tempo. Gostei da idéia e acho que este blog conseguirá cumprir muito bem essa missão. E o melhor é que não chegará apenas aos meus amigos, mas a muitas pessoas do mundo que queiram visitar esta página.

Nada melhor para começar esse blog do que a viagem que farei com meu marido para Tóquio para ver o Mundial de Clubes, no qual o time brasileiro do Santos participará e poderá conquistar o tricampeonato! Além de mostrar os lugares que visitaremos no Japão, compartilharei aqui a experiência de poder participar de um evento esportivo tão importante. No dia 1o de novembro faltará exatamente 1 mês para o nosso embarque. A previsão é que no dia 13 de dezembro já estaremos pisando em solo japonês. Serão ao todo 24 horas no ar, 12 horas no trecho São Paulo/Londres e mais 12 horas Londres/Tóquio.

Quem me conhece sabe que toda vez que viajo, gosto muito de programar meu roteiro e ter uma idéia do que vou encontrar em meu destino. Não gosto de chegar a algum lugar sem saber onde estou e o que vou fazer. Além disso, adoro mapas! Leio, estudo, analiso, rabisco, pois esta é minha principal bússola da viagem. Além de levar muitos na mala, assim que chego em algum lugar pego todos os que vejo (gratuitos, claro!). E não é só em viagens internacionais, mas nas nacionais também! Fiquei louca por um mapa logo que cheguei à Caraíva. Quem conhece sabe que, nesta vila de pescadores localizada no sul da Bahia, não tem luz elétrica muito menos internet e rede de celular! Para uma pessoa urbana como eu, passei quase 2 dias em abstinência, mas depois disso gostei das experiência de me desligar do mundo e recomendo a todos que queiram fazer o mesmo.

Bom, além dos meus guias e mapas, levo sempre em minhas andanças pelo mundo um caderno onde anoto tudo, todos os dias, uma espécie de diário de bordo. Mas confesso que a intenção destas anotações é guardar como mais um souvenir de viagem e poder, daqui há alguns anos, ler para relembrar emoções e detalhes de alguma viagem que fiz. No começo, anotava todos os gastos neste caderno, mas com o tempo descobri que esses apontamentos eram mais importantes para a própria viagem do que servir de algum tipo de recordação. Afinal, quem quer se lembrar daqui a 15 anos que gastou 2 dólares em um café ou 10 euros em uma gorgeta? Falando em gorgeta, aí vai uma primeira dica que descobri ontem à noite assistindo a um programa de televisão: no Japão gorjeta é considerada um insulto, não dê em hipótese alguma! Não só por essa, mas por outras dicas que já vi e ouvi, é que o povo japonês me surpreende a cada dia, para o melhor é claro!  Mas só quero fazer um post falando sobre isso depois que voltar de lá, pois tenho certeza que ainda irei me surpreender muito mais! Ontem comprei o último guia que queria sobre Tóquio,  já anotei dicas de amigos e de programas de televisão. Agora falta somente consolidar tudo isso. Essa é minha missão para o mês que nos resta até a viagem e compartilharei tudo aqui no blog.

Agora foi dado oficialmente o ponta-pé incial…..rumo à Tóquio!!!

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